Por Dawn ChmielewskiLOS ANGELES, 19 Jul (Reuters) – A adaptação do diretor Christopher Nolan de “A Odisséia” arrecadou US$264,1 milhões em bilheteria mundial, incluindo US$124,5 milhões nos EUA e no Canadá, informou neste domingo a Universal Pictures.O filme, baseado no poema grego antigo de Homero, é estrelado por Matt Damon no papel do herói grego Odisseu e acompanha sua perigosa jornada de volta para casa após lutar na Guerra de Troia.É o primeiro filme de Nolan desde o sucesso de bilheteria de 2023 “Oppenheimer”, que ganhou o Oscar em várias categorias, incluindo melhor direção e melhor filme.“A Odisséia” custou US$250 milhões para ser produzido. Recebeu nota A no CinemaScore dos espectadores que assistiram às exibições da noite de estreia e uma avaliação do público de 97% no Rotten Tomatoes.Leia tambémJá com saudade da Copa? Veja quanto você precisa para ir para a Copa de 2030O foco de um planejamento tão adiantado não é estimar com exatidão preços ou encontrar a aplicação perfeita, mas sim criar uma rotina de aportes protegidos de variações cambiaisO filme representa a maior estreia global de Nolan de todos os tempos, sem levar em conta a inflação, e seu terceiro maior sucesso de bilheteria nos EUA e no Canadá, atrás de “Batman: O Cavaleiro das Trevas” e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”.Os fãs começaram a comprar ingressos para “Odisseia” há um ano, quando os lugares em cinemas IMAX selecionados foram colocados à venda. A IMAX informou que a demanda por ingressos foi tão alta que mais de 50 cinemas na América do Norte adicionaram sessões entre meia-noite e 7h da manhã.A maioria dos estudiosos acredita que o poema épico atribuído a Homero foi composto no século 7 ou 8 a.C. e, antes disso, era recitado na tradição oral. O filme de Nolan se concentra em uma parte da jornada de retorno de Odisseu para casa, na qual ele enfrenta deuses e monstros, tempestades e tragédias.(Reportagem de Dawn Chmielewski em Los Angeles)The post “A Odisséia” arrecada US$264,1 mi em bilheteria mundial, diz estúdio appeared first on InfoMoney.