O presidente da Fifa, Gianni Infantino, tem o apoio formal de mais de 200 países para ser reeleito no cargo, segundo o jornal “The Guardian”.Apesar de polêmicas durante a Copa do Mundo como, por exemplo, o caso Balogun, apenas algumas das 211 federações filiadas à Fifa ainda não enviaram cartas de apoio à reeleição. Bola de Ouro pode ser entregue a quem joga fora da Europa? Entenda formato Finais de Copa do Mundo: veja retrospecto Europa x América do Sul "Efeito Messi" é um sonho para a MLS após a Copa do Mundo Entre as exceções, estão alguns países da Europa. Até então, a Alemanha é a federação europeia de maior destaque que ainda não demonstrou apoio a Infantino, segundo apurou o jornal.Outros candidatos devem ser apresentados até o dia 18 de novembro, data em que as cartas podem ser transferidas para outro concorrente. Atualmente, o atual presidente da entidade é o único candidato.No cargo desde 2016, o dirigente de 56 anos confirmou em abril deste ano, ao encerrar o 76º Congresso da Fifa, em Vancouver, que disputaria o pleito previsto para 2027, referente ao ciclo 2027-2031.Infantino assumiu a presidência da Fifa após a renúncia de Sepp Blatter, em meio a um escândalo de corrupção. Ele completou o mandato do antecessor entre 2016 e 2019, período que não foi contabilizado dentro do limite de três mandatos permitido pela entidade.Embora tenha amplo apoio em busca do quarto ciclo no comando da entidade, Infantino gerou desavença com a Uefa, que se opôs à decisão da Fifa em diversas questões envolvendo a Copa do Mundo de 2026.Além de fazer um convite ao árbitro somali Omar Artan, que teve o visto negado pelos EUA, o órgão máximo do futebol europeu criticou a revogação da suspensão do norte-americano Balogun após Trump ter feito o pedido para Infantino.Mais que Balogun: especialista alerta para precedente criado pela Fifa