“Operação Messi”: veja como amistoso traçou destinos de Argentina e Espanha

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A brilhante carreira de Lionel Messi pela seleção argentina, culminando em uma Copa do Mundo, poderia ter tido um rumo diferente. Nascido em Rosário, mas criado e desenvolvido na Espanha, o craque foi alvo de uma disputa silenciosa entre os dois países.Em 2004, um amistoso “secreto” foi a cartada final para garantir que o camisa 10 defendesse a Albiceleste, selando seu destino em campo.Lionel Andrés Messi Cuccittini nasceu em Rosário, Argentina, em 24 de junho de 1987. Apesar de sua ascendência italiana e espanhola, o jogador passou grande parte da infância na Espanha, após se mudar para a Catalunha com sua família. Argentinos estão preocupados em ganhar, não em tirar foto com Virgínia Quem a Copa do Mundo colocou e tirou da disputa pela Bola de Ouro? Argentina volta à liderança do ranking da Fifa antes da final da Copa; veja Aos 11 anos, Messi teve detectado um problema hormonal que prejudicava seu crescimento. O Newell’s, clube onde jogava, recusou-se a custear o tratamento de 900 dólares mensais, levando Jorge Messi, pai do jogador, a procurar outras alternativas, inclusive o River Plate, sem sucesso.O abrigo veio em Lérida, Catalunha, e logo o talento de Messi chamou a atenção do Barcelona aos 13 anos.Messi se tornaria o maior ídolo do Barcelona, conquistando 35 títulos em 17 anos. No entanto, essa forte identificação com o clube espanhol não seria suficiente para que ele defendesse a Seleção Espanhola, apesar dos fortes rumores da época.Início da “Operação Messi”O ponto de virada foi a ação de Hugo Tocalli, então treinador da equipe sub-17 da Argentina. Em 2003, após um confronto na semifinal do Mundial Sub-17, Tocalli conversou com Juan Santisteban, técnico da Espanha, que revelou que “ganharia fácil” o Mundial se pudesse convocar Messi, então companheiro de Fàbregas na base do Barcelona.Enquanto Jorge Messi enviava vídeos para a Associação de Futebol Argentina (AFA) sem obter respostas, os rumores de que o jovem iniciaria os trâmites para defender a Espanha aumentavam. À época, a Fifa ainda não havia flexibilizado as regras, impedindo que um jogador defendesse duas seleções.De acordo com o livro “Messi, por amor a la camiseta”, de Juan Carlos Pasman, a decisão do jogador era clara: “o garoto queria jogar pela Argentina, queria representar o seu país de nascimento, de sangue. Não havia dúvida nem negócio possível, apesar da insistência da Espanha em ficar com o novo Maradona”.Para evitar qualquer contestação futura e garantir o craque à Argentina, um amistoso foi organizado. Em 29 de junho de 2004, a Seleção Sub-20 da Argentina enfrentou a equipe Sub-22 do Paraguai no estádio Diego Armando Maradona, em Buenos Aires.O jogo teve todos os cuidados para ser considerado oficial, com arbitragem Fifa, transmissão na TV e cobrança simbólica pela entrada dos torcedores. O objetivo era eliminar qualquer chance de disputa pela nacionalidade esportiva de Messi.O resultado foi uma vitória por 8 a 0 da Argentina. Messi, que havia completado 17 anos pouco antes, entrou no intervalo e brilhou com um golaço e duas assistências, marcando o início de sua trajetória histórica pela seleção de seu país natal.Messi pela ArgentinaEsse amistoso foi o “start” para uma carreira vitoriosa. Messi conquistou a Copa do Mundo Sub-20 em 2005, a Olimpíada em 2008, e na equipe principal, liderou a Argentina a duas Copa América (2021 e 2024), uma Finalíssima (2022) e a Copa do Mundo de 2022.“Messi é o maior da história, não há mais dúvida”, decreta ScaloniEsse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.