Eliminação da França não é fim de geração vitoriosa; veja cenário para 2030

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A Copa do Mundo de 2026 acabou para a França nesta terça-feira (14), com a eliminação para a Espanha nas semifinais, mas a geração que alcançou duas decisões ainda tem muito o que entregar. Muitos dos jogadores, incluindo o trio formado por Kylian Mbappé, Ousmane Dembélé e Michael Olise, devem !aguentar!, ao menos, até 2030, ou, quem sabe, 2034.Para se ter uma ideia, do atual elenco, apenas os dois primeiros, Lucas Hernandez e N’Golo Kanté estavam na conquista de 2018. O último, que não saiu do banco em nenhum jogo na edição da América do Norte, deve ter encerrado seu ciclo, enquanto o lateral e os atacantes vivem seus auges tanto nos clubes quanto na seleção e, assim, seguem como opções.E há muito mais na lista. O próprio Olise tem apenas 24 anos e chegará à Copa do Mundo de 2034 com 32, contra 35 de Mbappé e 37 de Dembélé. Considerando a longevidade dos atletas no futebol de hoje em dia, visto que Lionel Messi segue fazendo história mesmo com 39 e Cristiano Ronaldo com 41, são idades perfeitamente “encaixáveis” para os próximos dois torneios. Leia Mais "Desastre em Dallas": jornais franceses detonam eliminação do país na Copa Deschamps diz que França esteve "um degrau abaixo" em semi contra Espanha "Decepção enorme", diz Cherki após derrota da França na Copa Isso sem contar os talentos que estrearam em Mundiais em 2026 e começam a escrever suas histórias com a camisa azul. Désiré Doué, por exemplo, vai ter 25 em 2030, na Espanha, Marrocos e Portugal e 29 em 2034, na Arábia Saudita. E ele, que se depender, vai até 2042 e além, nem é o mais jovem do elenco.Titular do PSG, Zaire-Emery é o “caçula”, com 20 anos. Próximo a ele, têm Cherki, de 22 e Barcola, de 23. Esses, já pensando a muito longo prazo. Se considerar a próxima Copa, são várias as opções: Tchouaméni, de 26 (30 em 2030), Koné, 25 (29 em 2030), Saliba, 25 (29 em 2030), Koundé, 27 (31 em 2030) e assim em diante.A reação do presidente Emmanuel Macron demonstra o quanto a França tem confiança para as próximas edições. “Parabéns à Espanha pela classificação e obrigado aos Bleus por terem carregado nossas cores com empenho. A derrota nesta noite é difícil, mas esta equipe é jovem e cheia de futuro”, disse o político.A única certeza quanto a renovação é a saída de Didier Deschamps. O técnico campeão em 2018 e um dos expoentes por ter apresentado vários jogadores hoje ídolos da seleção nacional ao mundo. O grande favorito para liderar a geração é Zinedine Zidane, ídolo francês que sabe os caminhos para levar um grupo ao título mais cobiçado do esporte.Streaming impulsiona audiência da Copa, supera queda da TV e amplia público