Com 100% das urnas apuradas neste domingo (4), Styvenson Valentim (Podemos) e Samanda Alves (PT) são eleitos ao Senado Federal pelo Rio Grande do Norte. Valentim teve 29,25% dos votos válidos e Alves somou 17,63%.Em 2026, Rio Grande do Norte elege dois senadores, cada um para um mandato de oito anos. Na eleição para o Senado, o eleitor pode escolher até dois candidatos, e são eleitos os dois nomes que obtiverem a maior quantidade de votos no estado.Styvenson ValentimEann Styvenson Valentim Mendes nasceu em Rio Branco, no Acre, no dia 7 de fevereiro de 1977. Ele é um policial militar e político brasileiro, filiado ao Podemos (PODE). Ele é graduado em direito pela Faculdade Estácio do Rio Grande do Norte.Valentim já era senador pelo RN. Ele ficou conhecido no Rio Grande do Norte a partir de 2014, quando coordenou as fiscalizações da Lei seca pela Polícia Militar. Ocupou o cargo até julho de 2016. Também realizou muitas prisões em outras atividades como policial militar e atuou em defesa da reforma de escolas.Nas eleições presidenciais de 2018, recebeu 25,6% dos votos válidos em sua primeira disputa para um cargo público eletivo pelo RN. Como bandeiras de atuação, elencou as áreas da educação, saúde e segurança pública como prioridades. Na época, Styvenson foi o senador mais votado do Rio Grande do Norte, com 745.827 votos, sendo eleito pela Rede Sustentabilidade.Samanda AlvesSamanda Alves de Freitas, ou até Samanda de Lula, tem 46 anos, é engenheira e gestora pública. Nascida em Mossoró, a segunda maior cidade do RN, atuou por duas décadas na assessoria e coordenação de projetos ao lado da governadora Fátima Bezerra em mandatos na Câmara dos Deputados, no Senado e no governo estadual.Foi secretária adjunta do Gabinete Civil e subsecretária do Trabalho Emprego e Renda do Governo do RN na gestão da professora Fátima e exerceu o cargo de chefe de gabinete do deputado Francisco do PT.Alves foi eleita vereadora da capital potiguar com 5.189 votos em 2024. O seu mandato tinha como bandeiras a luta em defesa da classe trabalhadora e a resolução de problemas da cidade a partir da mudança na vida das mulheres.Durante o governo de Dilma Roussellf, a parlamentar foi vice-presidenta e coordenadora geral do Conselho Nacional de Combate à Discriminação de LGBT e, também, atuou como Coordenadora Nacional de Políticas LGBT.Em 2022, tentou o cargo como deputada federal pelo RN, mas não foi eleita.