CPTS11 aumenta lucro em 43% e paga dividendos com yield de 1,20%

Wait 5 sec.

CPTS11 aumenta lucro em 43% e paga dividendos com yield de 1,20%O fundo imobiliário CPTS11 encerrou agosto de 2026 com resultado de R$ 43,76 milhões, equivalente a R$ 0,120 por cota. O montante ficou acima dos R$ 30,44 milhões de julho, quando o resultado foi de R$ 0,084 por cota, avanço de 43%. Apesar do aumento, os dividendos permaneceram em R$ 0,09 por cota.CPTS11 eleva resultado em agosto de 2026No mês, as receitas totalizaram R$ 61,43 milhões. A principal linha veio de ganhos de capital com FIIs, somando R$ 38,31 milhões. Em seguida, apareceram R$ 13,79 milhões em rendimentos de fundos imobiliários e R$ 7,34 milhões oriundos de CRIs.Quer conferir notícias de finanças em tempo real, direto do seu WhatsApp, de maneira gratuita? Clique e confira a nova comunidade de notícias da Status Invest.As despesas atingiram R$ 17,67 milhões no período. A combinação de maiores receitas e controle de custos sustentou a expansão do resultado em relação a julho, mesmo com a manutenção do nível de distribuição.Dividendos e guidance do CPTS11Os dividendos foram mantidos em R$ 0,09 por cota, totalizando R$ 32,72 milhões a serem pagos em 22 de setembro. Os rendimentos do CPTS11 corresponderam a yield de cerca de 1,20% no mês e 15,35% anualizado, enquanto o indicador de 12 meses ficou em 14,30%.Em comparação ao CDI líquido, considerando alíquota de 15% de Imposto de Renda, a distribuição representou 129,6% do indicador no período. Os proventos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que observadas as condições previstas na legislação.Para os próximos meses, a gestão indicou expectativa de manter os rendimentos próximos de R$ 0,09 por cota. Com cotação de R$ 7,47 tomada como referência, esse patamar implica dividend yield anual de 15,46%.O guidance do fundo imobiliário indica distribuições entre R$ 0,08 e R$ 0,10 por cota. As faixas correspondem a yields anualizados de 13,64% e 17,30%. As projeções são estimativas e não constituem garantia de pagamentos futuros.Carteira do CPTS11 e alocaçãoAo fim de agosto, a carteira seguiu concentrada em fundos imobiliários, que somavam 69,6% dos ativos, distribuídos entre 87 FIIs. Outros 22,4% estavam alocados em 13 CRIs, enquanto operações de carrego representavam 6,9% do portfólio. A parcela remanescente, de 1,1%, estava em liquidez.Dentro da exposição a FIIs, 83,3% estavam em fundos de tijolo e 16,7% em fundos de papel. Entre os segmentos, a maior fatia era de shopping centers, seguidos por renda urbana, lajes corporativas e logística.Conforme o relatório de agosto, o conjunto de FIIs mantidos pelo fundo negociava a 1,01 vez o valor patrimonial dos respectivos fundos investidos. Essa referência segue monitorada pela gestão na alocação do CPTS11.