CBV adota critério do COI e vai fazer teste genético em atletas femininas

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) decidiu nesta sexta-feira (14) mudar os critérios para a elegibilidade de atletas nas competições da categoria feminina no voleibol e passará a fazer o teste genético SRY. A decisão, na prática, barra a participação de atletas trans nos jogos disputados no Brasil.A entidade diz que era necessário um alinhamento entre os critérios aplicáveis às competições nacionais e aqueles adotados pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e pela Confederação Sul-Americana de Voleibol (CSV).“A CBV passa a seguir – a partir de hoje – os critérios e fundamentos da Política de Proteção da Categoria Feminina do COI – publicada em março deste ano – que limita a elegibilidade nessa categoria exclusivamente às atletas do sexo biológico feminino”, diz o comunicado.Leia também: Superliga de vôlei usa IA para mudar uso de dados na TV e na análise de equipesA política entrará em vigor nas competições: Superliga A e B (temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições seguintes durante a vigência da política.Segundo a CBV, com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a entidade buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. “A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais”, explicou em nota Radamés Lattari, presidente da CBV.Leia também: Suprema Corte autoriza estados dos EUA a barrar atletas trans em equipes femininasA coleta do material será feita de forma pouco intrusiva e altamente precisa, segundo detalhou o médico João Olyntho, presidente do Conselho de Saúde do Voleibol.The post CBV adota critério do COI e vai fazer teste genético em atletas femininas appeared first on InfoMoney.