Um ciclone extratropical ameaça atingir o Sul do Brasil no final da noite de quarta-feira (19) e durante a madrugada de quinta-feira (20). O sistema deverá impactar principalmente a metade oeste do Rio Grande do Sul, mas os efeitos poderão ser sentidos em outras áreas do estado.A região Sul deve ser a mais afetada pelo sistema, com previsão de rajadas de vento de até 80 km/h. As mudanças nas condições climáticas, no entanto, poderão ser observadas em outras regiões do país.O Centro de Monitoramento da Defesa Civil Estadual do Rio Grande do Sul emitiu um alerta para o risco de cheias, com possibilidade de extravasamento de pequenos rios, além de alagamentos em áreas urbanas. Leia Mais Ciclone extratropical atingirá Brasil e alerta é disparado por autoridades RS tem alerta para tempestades com rajadas de vento; veja previsão Ciclone bomba chega ao Brasil hoje e Defesa Civil Nacional faz alerta Ciclone-bomba: veja regiões com previsão de ventos fortes no estado de SP | LIVE CNNA condição hidrológica atual apresenta níveis entre os limiares de alerta para inundação e de normalidade, com tendência de estabilidade ou declínio.O que é um ciclone extratropical?O ciclone extratropical é um sistema de baixa pressão atmosférica que se forma em latitudes médias, ou seja, afastadas da região equatorial.Esses fenômenos são comuns em regiões como Europa, América do Norte e Ásia, mas também podem ocorrer no Brasil. Eles costumam provocar ventos fortes, chuvas intensas e, dependendo da região e das condições atmosféricas, até mesmo neve.O que fazer sob a ameaça de um ciclone extratropical? De acordo com orientações divulgadas pela Defesa Civil, é recomendável:Evitar áreas arborizadas e não estacione veículos sob árvores; Recolha objetos soltos em varandas e quintais;Durante tempestades com raios, evite áreas abertas, estruturas metálicas e contato com água;Nunca atravesse áreas alagadas;Se um fio energizado cair sobre o veículo, permaneça dentro do carro e acione o Corpo de Bombeiros;Em caso de emergência, acione imediatamente a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193); *Sob supervisão de Thiago Félix