Corredor de rua morre após ter mal súbito no Parque Bruno Covas, em SP

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Um corredor de rua, de 46 anos, morreu após ter um mal súbito durante um treino no Parque Bruno Covas, na zona Oeste de São Paulo, na manhã deste domingo (16).Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal do Campo Limpo, onde o óbito foi constatado. O parque é linear e possui cerca de 8 km de extensão, às margens do Rio Pinheiros.O caso foi registrado como morte suspeita no 89º DP (Jardim Taboão). Em nota, o parque e a Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia) lamentaram a morte e informaram que equipes prestaram socorro junto com o Corpo de Bombeiros, a GCM (Guarda Civil Metropolitana) e o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).“Todas as equipes que atuam no Parque recebem treinamento em primeiros socorros e, desde julho, estamos ampliando os recursos de segurança e resposta a emergências ao longo do Parque“, informou a administração.A CNN Brasil questionou a Emae, responsável pela administração do local, sobre a atual estrutura de socorro à corredores e ciclistas no Parque e qual é o projeto de ampliação das medidas de atendimento, mas ainda não houve retorno. O espaço segue aberto. Leia Mais Parque na Baixada Fluminense é polo de pesquisa arqueológica Parque do Jundu: a engenharia natural protegendo a orla de Santos Homem morre após cair de penhasco durante trilha em Maricá (RJ) Segunda morte recente em SPEsta é a segunda morte de um corredor de rua em São Paulo em menos de um mês. No final de julho, Júlio Barreto, de 50 anos, faleceu após terminar a meia-maratona da SP City e ter uma parada cardíaca. Segundo a organização da prova, Júlio sofreu um episódio de perda de consciência logo após concluir o percurso. A equipe médica iniciou imediatamente as manobras de reanimação ainda no local, no Jockey Club de São Paulo, na zona sul da capital.Na sequência, o atleta foi encaminhado a um hospital, onde recebeu atendimento avançado. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não resistiu.Em relatos nas redes sociais, participantes do evento afirmam que não havia estrutura e nem desfibriladores para a realização do atendimento médico ao atleta.Em nota de pesar, a organização da SP City Marathon manifestou solidariedade aos familiares e amigos do corredor e informou que não divulgará novas informações “em respeito à memória de Júlio e de sua família”.Corredor morto na SP City: médico que correu prova cita falha no socorro