Uma fraude pode começar com uma identidade verdadeira. O rosto é do cliente, o CPF também, mas alguém pode estar usando esses dados para abrir uma conta, contratar um empréstimo ou financiar um produto sem que o titular saiba. É esse problema que a Legitimuz quer atacar em uma nova etapa de sua tecnologia de autenticação.Leia mais em: https://exame.com/negocios/aos-18-anos-eles-criaram-uma-startup-antifraude-que-hoje-fatura-r-100-milhoes/