Constelações Contemporâneas reúne olhares diversos sobre a arte

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A exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília entrou em sua reta final, a visitação se encerra no dia 17 de julho. Mas ainda dá tempo de conhecer as mais de 200 obras de 41 artistas do Distrito Federal, e esta segunda (6/7) é o dia ideal para curtir momentos de imersão artística no Foyer da Sala Villa-Lobos, localizado no Teatro Nacional Claudio Santoro. Leia também Vida & EstiloConstelações Contemporâneas troca algoritmos por descobertas no acaso Vida & Estilo320 alunos do Itapoã conhecem a mostra Constelações Contemporâneas Vida & EstiloÚltimo mês de Constelações Contemporâneas: aproveite para conhecer Vida & EstiloConstelações Contemporâneas: cada visitante cria seu próprio percurso Realizada com apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF), a mostra teve uma trajetória de sucesso ao longo dos meses, recebendo visitantes de todas as regiões do DF e promovendo inúmeras visitas escolares, apresentando a arte para muitas crianças e adolescentes.Na mostra, os visitantes encontram diferentes tipos de arte, atravessados por olhares de artistas mulheres, homens, mais jovens, mais velhos e de todas as regiões do DF, o que expande a mente e permite um olhar mais amplo do que realmente representa a cultura.Como retirar seu ingressoAcesso à plataforma: o visitante deve abrir o site do Metrópoles Fine Arts clicando neste link.Seleção da reserva: na página inicial do portal, é necessário clicar no botão “Reserve seu ingresso grátis”.Escolha do dia: o interessado deve escolher a data em que deseja comparecer ao Teatro Nacional e selecionar a opção para reservar.Preenchimento dos dados: por fim, basta indicar a quantidade de ingressos desejada, preencher os dados pessoais solicitados no formulário e clicar em “Fazer inscrição”.A iniciativa amplia a atuação do Metrópoles no fortalecimento da cena cultural e na defesa de uma arte acessível a todos. O projeto dá sequência à repercussão positiva da exposição É Pau, É Pedra…, que ocupou o Teatro Nacional de 10 de dezembro de 2025 a 13 de março de 2026, com mais de 200 obras de Sergio Camargo.6 imagensFechar modal.1 de 6Alunos do CEF 01 Planalto visitam a exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília2 de 6Os alunos apreciam as obras3 de 6Estudantes do CEF 01 do PlanaltoPedro Iff/Metrópoles4 de 6Estudantes da rede pública visitam a Exposição Constelações Contemporâneas da Cena artística de Brasíia5 de 6Estudantes da rede pública visitam a Exposição Constelações Contemporâneas da Cena artística de Brasíia6 de 6Estudantes da rede pública visitam a Exposição Constelações Contemporâneas da Cena artística de BrasíiaDetalhes da exposiçãoA mostra Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília se estrutura a partir da ideia de “constelação” como fio condutor curatorial, conceito que propõe encontros, múltiplos pontos de vista e diálogos. Segundo a curadora Monica Tachotte, a exposição se desenvolve a partir de eixos principais, como território, memória, paisagem, corpo e experiência, que atravessam a produção dos criadores de diferentes maneiras.Ao reunir trajetórias distintas, a mostra constrói um campo de diálogo que evidencia contrastes e afinidades dentro da produção contemporânea, reforçando Brasília como um polo criativo nacional que ultrapassa sua herança modernista.O projeto reúne mais de 200 obras abertas a múltiplas interpretações, convidando o público a construir suas próprias leituras e experiências diante da arte.17 imagensFechar modal.1 de 17Valéria Pena-CostaWey Alves/ Metrópoles2 de 17Artistas visual, fotógrafa e designer de moda, Thamires investiga memória, afeto e paisagem como territórios simbólico. Para Constelações Contemporâneas, trouxe a série Serra DentroGustavo Lucena/ Metrópoles3 de 17Formada pela Universidade de Brasília, Patrícia investiga o vidro como matéria orgânica e simbólica, explorando luz, transparência e transformaçãoGustavo Lucena/ Metrópoles4 de 17Sobre a obra apresentada, Raylton Praga explicou que sua pesquisa é baseada em formas geométricas e na liberdade de interpretação do públicoWey Alves/ Metrópoles5 de 17Rogério Roseo desenvolve a pintura centrada na experiência humana e na instrospecçãoGustavo Lucena/ Metrópoles6 de 17Mestre em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, Taigo Meireles dialoga com a tradição da pintura histórica, cenografia clássica e cinemaGustavo Lucena/ Metrópoles7 de 17De sobradinho, Pamella investiga a cultura digital brasileira como campo simbólico e político. Para as exposição, provoca o observador com as obras Alguém tem que chorar pros mlk sorrir e Deu a louca no gerenteGustavo Lucena/ Metrópoles8 de 17Patricia Monteiro usa as paisagens do Cerrado para construir imagens como território de memóriaWey Alves/ Metrópoles9 de 17Artista plástico e professor aposentado de desenho, pintura e história da arte da Universidade de Brasília, Nelson Maravalhas expõe três pinturas hipnagógicas na mostraNina Quintana/Metrópoles10 de 17Doutor em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, Marcos Antony desenvolve pesquisa a partir da tensão espacial entre centro e periferia, especialmente ao provocar contrastes entre O Plano Piloto e a região do Paranoá/Itapoã, onde cresceuWey Alves/ Metrópoles11 de 17Maria Porto é brasiliense e vê na cidade um potencial de referência nas artes visuais. Para a exposição, traz as obras Primeiro Pedaço, Uma Festa de Adeus e Surpresa, onde explora metáforas e texturas Wey Alves/ Metrópoles12 de 17O projeto colaborativo DUPLAplus surge da parceria de Luisa Günther e Ary Coelho — falecido em 2017 —, onde que exploram fotodanças como objeto de memória, afeto e permanência. Hoje o projeto segue com a ajuda das filhas, Emilia Gunther, Betina Gunther e Flora GuntherWey Alves/ Metrópoles13 de 17Nascido em Ceilândia, mas criado em Minas, Gabriel Matos explora a trajetória de exílio rural por meio de obras que passeiam entre a fotografia, o bordado, a colagem e a esculturaWey Alves/ Metrópoles14 de 17Orgulhosamente “cria de Ceilândia”, Gu carrega na arte e no nome o orgulho da região em que nasceu. Para a exposição, explora fotografia, intervenção urbana e audiovisual para refletir a cidade e o pertencimento Nina Quintana/Metrópoles 15 de 17A série Do Chão para o Chão, aposta de Helena em Constelações Contemporâneas, é resultado de uma experiência física e existencial, na qual explora memória, ausências e permanência através do observar e fotografar o chão  Nina Quintana/Metrópoles16 de 17Formada em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba, Íris Helena investiga criticamente a paisagem urbana de Brasília. Na obra Primeira Pedra, exposta na mostra, ela utiliza impressão sob Pedras Portuguesas coletadas na Praça dos Três poderesGustavo Lucena/ Metrópoles17 de 17Natural do Rio Grande do Sul, Léo Tavares revela que acolheu Brasília como lar e que grande parte de seu repertório criativo nasceu no Planalto CentralWey Alves/ MetrópolesConheça os artistas que integram a mostraConfira os nomes dos artistas participantes:Andre Santangelo, Antônio Obá, Bruna Zanatta, Camila Soato, Capra Maia, Carlos Lin, Celso Junior, Christus Nóbrega, Courinos, Daniel Jacaré, Daniel Toys, David Almeida, Desirée Feldmann, Gabriel Matos, Gisel Carriconde, Gu da Cei, Helena Lopes, Iris Helena, Julio Lapagesse, Karina Dias, Leo Tavares, Luísa Gunther e Dupla Plus, Marcos Antony, Maria Porto, Marina Fontana, Nelson Maravalhas, Pamela Anderson, Patricia Monteiro, Patrícia Bagniewski, Paula Calderon, Raquel Nava, Raylton Parga, Renato Rios, Rogério Roseo, Samantha Canovas, Taigo Meireles, Tamires Moreira, Valéria Pena-Costa, Victoria Serendinicki e Virgílio Neto8 imagensFechar modal.1 de 8Arte de Taigo Meireles Imagem cedida ao Metrópoles 2 de 8Obra de Tamires Moreira3 de 8Arte de Patricia Bagniewski Imagem cedida ao Metrópoles 4 de 8Arte de Samantha CanovasImagem cedida ao Metrópoles 5 de 8Arte de Julio LapagesseImagem cedida ao Metrópoles 6 de 8Antônio Obá participa da mostra Constelações ContemporâneasMaterial cedido ao Metrópoles7 de 8Arte de Camila Courinos8 de 8Arte de Luisa GüntherArquivo pessoalServiçoConstelações Contemporâneas da Cena Artística de BrasíliaDe 19 maio a 17 julho, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional Claudio SantoroDiariamente, das 10h às 20h, com entrada gratuita