Orquestração de dados e visibilidade sistêmica ganham destaque em 2026

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Orquestração de dados e visibilidade sistêmica aparecem como pontos centrais para empresas que buscam manter a competitividade em 2026, segundo um ebook da nstech sobre os desafios de um ano marcado por Copa do Mundo, ciclo eleitoral no Brasil e instabilidades geopolíticas globais.De acordo com o material, a logística deixou de atuar apenas como área de suporte e passou a sustentar diretamente os negócios em um cenário de pressão simultânea sobre demanda, custos, abastecimento e risco. Nesse contexto, a companhia afirma que a velocidade de adaptação e a resposta rápida passaram a importar mais do que a capacidade instalada.Fragmentação operacional segue como o maior entraveO estudo aponta que a fragmentação operacional continua entre os principais obstáculos do setor. Embora 80% das organizações globais já invistam em digitalização da supply chain, menos da metade consegue gerar visibilidade ponta a ponta efetiva das operações, segundo dado da Deloitte citado no material.No Brasil, a preocupação ganha peso adicional. O custo logístico já chega a 15,5% do PIB, conforme o ILOS, e a falta de integração tende a ampliar prejuízos com fretes emergenciais e estoques de segurança usados como proteção contra incertezas do mercado.“O erro mais caro de 2026 foi operar uma cadeia fragmentada acreditando que ela estava conectada. Ter sistemas não significa ter visibilidade, e ter dados não significa ter decisão integrada”, destaca Vasco Oliveira, CEO da nstech.Ele acrescenta que a lógica da eficiência isolada perdeu força em um ambiente de ruptura. “Durante décadas, a logística foi guiada pela eficiência operacional e redução de custos. Porém, em um cenário de ruptura, o que era eficiência passou a ser exposição ao risco. As cadeias que mais se destacam agora são aquelas que desenvolvem resiliência, antecipando desvios e transformando informação em decisão de forma ágil para proteger a operação antes que o impacto financeiro ocorra”, completa.Leia também:Network effect e integração do ecossistema apontam rumos da logística no BrasilTecnologia no transporte de cargas amplia rastreamento e previsibilidade No Dia do Transportador, FuMTran destaca a evolução do perfil empresarial no transporte rodoviário de cargasnstech anuncia aquisição da Active Corp e reforça rede logística integradaLogística hiperlocal ganha espaço e aproxima operações dos consumidores nas grandes cidades   DXC e LOXO fecham parceria para acelerar veículos autônomos na logística empresarialOperadores logísticos movimentam R$ 247 bilhões e avançam na multimodalidade no BrasilSIS lança questionário de avaliação ASG para Transportes Terrestres Como a previsibilidade em tempos incertos muda a operaçãoO ebook detalha como eventos de 2026 pressionaram a cadeia. A Copa do Mundo funcionou como teste de estresse para o consumo concentrado e exigiu sincronização entre indústria, transporte e varejo para evitar rupturas nas gôndolas e perda de market share.Além disso, as eleições e o início da transição da Reforma Tributária elevaram a imprevisibilidade estrutural, com impacto direto sobre custos logísticos e câmbio. Diante disso, o estudo defende a reconfiguração de malhas operacionais e centros de distribuição, com adaptação imediata das organizações.Para a nstech, as lideranças precisam abandonar cadeias fragmentadas e adotar redes orquestradas. Nesse cenário, ferramentas de integração ganham relevância, como a Transportation Network System (TNS), rede logística integrada em uma única plataforma.A empresa afirma que a tecnologia permite evolução dos negócios, redução de custos, entregas mais ágeis e impacto social por meio da diminuição de emissões de CO2, do índice de acidentes e do roubo de cargas.“A previsibilidade não nasce da estabilidade do mercado: ela nasce da capacidade de coordenar pessoas, processos, parceiros e informações em torno de uma mesma estratégia”, acrescenta Vasco Oliveira.“A indústria que prosperará nos próximos anos não será necessariamente a que produz mais ou transporta mais rápido. Será aquela capaz de transformar sua cadeia de suprimentos em uma rede coordenada, inteligente e adaptável, conseguindo construir estabilidade operacional dentro da volatilidade do ambiente”, finaliza o executivo.Na apresentação institucional enviada pela empresa, a nstech se descreve como a maior empresa de software para supply chain da América Latina e uma das maiores empresas SaaS brasileiras. A companhia informa ainda que atende cerca de 75 mil clientes, está presente em 15 países e reúne milhões de motoristas cadastrados em seu ecossistema.O post Orquestração de dados e visibilidade sistêmica ganham destaque em 2026 apareceu primeiro em Mobilidade Sampa.