A amizade entre Júlia Silva* e o ChatGPT começou com perguntas sobre receitas e eletrônicos, no fim de 2025, pela "curiosidade de ver o que todo mundo está falando tanto". Até o dia em que ela, abalada por uma situação difícil em casa e sem ninguém para conversar, mandou um áudio ao chatbot. "Ele me pediu para me acalmar e me deu conselhos. Disse que me entendia, que era justa aquela minha angústia. Daí em diante senti que tinha um amigo", conta à EXAME.Leia mais em: https://exame.com/inteligencia-artificial/humanos-se-dao-bem-com-ias-e-o-motivo-acende-um-alerta-sobre-a-exploracao-da-solidao/