No programa do Blog do Noblat, a bancada analisou a evidente disparidade de envergadura e apelo popular entre Michelle Bolsonaro e os herdeiros do ex-presidente.Em um contraponto escancarado nas redes sociais, o vídeo divulgado por Michelle para aceitar o “pedido de desculpas” de Flávio chegou a atingir a marca de 8,4 milhões de visualizações, superando em mais de seis vezes o alcance da gravação original do senador, que somava apenas 1,3 milhão.O abismo nos números expõe não apenas o carisma superior da ex-primeira-dama perante o eleitorado conservador, mas também o fato de que Michelle construiu uma base própria e consolidada, enquanto a candidatura de Flávio à Presidência permanece como uma imposição artificial do pai, sem o mesmo engajamento orgânico.A humilhação pública de Flávio ao pedir “arrego” para garantir palanque no Distrito Federal e blindar o partido de um racha gerou indignação em Carlos Bolsonaro, o filho emocionalmente mais dependente de Jair e histórico rival de Michelle. O episódio reacendeu os bastidores do clã, marcados pela rejeição da ex-primeira-dama à presença de Carlos no Palácio da Alvorada durante as investigações do Gabinete do Ódio.Ninguém esperava mesmo seu apoio presencial a Flávio na convenção do PL.