A filha de Deolane Bezerra, Valentina, enviou um recado à mãe neste sábado (25/7), enquanto as duas seguem afastadas desde a prisão da influenciadora, em maio deste ano. A mensagem foi compartilhada nas redes sociais por Solange Bezerra, mãe de Deolane.Em uma foto publicada nos stories do Instagram, a menina de 10 anos, escreveu em um espelho: “Mãe, enquanto você está aí, eu não consigo viver normalmente. Só sei que te amo muito”.4 imagensFechar modal.1 de 4A prisão de Deolane Bezerra completa 2 meses nesta terça-feira (21/7)Instagram/Reprodução2 de 4Delegada que investigou Deolane detona português das irmãs BezerraInstagram/Reprodução3 de 4Deolane Bezerra, a mãe e as irmãs posam juntas e sorridentes4 de 4A influenciadora Deolane Bezerra ao lado da filha ValentinaReprodução/InstagramA publicação ocorreu dias após o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) negar mais um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa da influenciadora. Os advogados buscavam garantir que Deolane permanecesse em uma Sala de Estado-Maior ou em instalações consideradas compatíveis com as prerrogativas previstas no Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Leia também CelebridadesFamília de Deolane explica ausência em ato por soltura: “Infiltrados” Fábia OliveiraFã de Deolane nega ter recebido dinheiro em manifestação Mirelle PinheiroDeolane tem novo pedido de habeas corpus negado pelo TJSP Fábia OliveiraDeolane acredita que só deixará a cadeia “depois da eleição”, diz mãe Segundo a defesa, duas inspeções realizadas pela OAB apontaram que a cela onde Deolane está custodiada não atende aos requisitos previstos na legislação. Em nota, os advogados afirmaram que continuarão recorrendo da decisão. “Respeitamos a decisão do TJSP, mas não nos conformamos e seguiremos lutando pela defesa da prerrogativa e da liberdade”, disseram.PrisãoDeolane Bezerra foi presa em 21 de maio durante a Operação Vérnix, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) e pela Polícia Civil de São Paulo.Segundo as investigações, foi identificado um esquema de ocultação de patrimônio que utilizaria empresas e terceiros para movimentar recursos atribuídos ao PCC. O inquérito teve início em 2019, após a apreensão de manuscritos e bilhetes com detentos da Penitenciária II de Presidente Venceslau.De acordo com os investigadores, o material revelou ordens internas da facção, movimentações financeiras e conexões entre integrantes do alto escalão da organização criminosa.