Ouro avança 1% na semana e dribla tensões no Oriente Médio

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O ouro fechou em alta nesta sexta-feira (24) após as perdas de 2% da véspera, diante do alívio nos preços do petróleo.Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para agosto encerrou a sessão em alta de 0,51%, a US$ 4.070,8 por onça-troy, subindo 1,3% na semana. new TradingView.MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "XAUUSD", "XAUUSD" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "4306391"} ); Já a prata para setembro subiu 1,47%, a US$ 58,906 por onça-troy, ganhando 4,6% na semana.O que mexeu com o ouro hoje?Os impactos da guerra entre Estados Unidos e Irã, com uma nova rodada de troca de ataques, segue no radar dos investidores, mas não pesou na cotação do metal dourado.Ainda assim, o foco do mercado permanece na política monetária dos Estados Unidos, já que as taxas de juros mais altas reduzem o apelo do ouro. “Os dados benignos de preços de junho deram ao Federal Reserve mais tempo para avaliar como a inflação evolui nos próximos meses”, diz a Capital Economics.“Se as pressões inflacionárias permanecerem tão persistentes quanto esperamos, o Federal Reserve começará a apertar a política monetária com um aumento de 25 pontos-base em setembro, uma medida agora totalmente precificada pelos mercados após a recuperação do WTI para mais de US$ 90 o barril.”“Espera-se que o Fed mantenha as taxas de juros inalteradas na próxima semana, mas as expectativas de uma postura mais agressiva continuam a crescer juntamente com a alta dos preços da energia, uma combinação que deve continuar a sustentar o dólar até que a situação no Oriente Médio comece a se estabilizar”, avalia Ipek Ozkardeskaya, analista sênior do Swissquote.*Com informações de Estadão Conteúdo