Com bençãos de Bolsonaro, PL define chapa majoritária em Mato Grosso

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Após a convenção estadual do PL em Mato Grosso, nessa quarta-feira (22/7), a candidatura do senador Wellington Fagundes ao governo do estado pela sigla foi oficializada. Ao Senado Federal, o nome de José Medeiros também foi homologado com as bençãos do ex-presidente Jair Bolsonaro e do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro.Em resposta ao Metrópoles, Flávio já havia sinalizado em fevereiro deste ano que o apoio da sigla no estado iria aos correligionários.GovernoWellington Fagundes atua na política há mais de 30 anos. Em entrevista ao portal em abril, o senador afirmou que, caso seja eleito, deseja focar em um governo “descentralizado, buscando estruturar o estado e promover mais justiça social”. Leia também BrasilWellington Fagundes sobre Governo de MT: “É hora da renovação” BrasilFlávio indica apoio a Wellington Fagundes e Medeiros para chapa em MT BrasilPL lança candidatura de Zucco ao governo do Rio Grande do Sul Tácio LorranFlávio reage à publicação de notas emitidas para empresas ligadas a Vorcaro: “Completamente legal e privado” Apesar de ser oficialmente candidato ao governo, o vice que vai compor sua chapa ainda não foi informado.Atualmente, o vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), assumiu o Palácio Paiaguás após Mauro Mendes (União Brasil) se afastar do cargo para articular candidatura ao Senado. Apesar de apoiar Flávio na disputa presidencial, Mendes já declarou apoio a Pivetta para o governo.SenadoO deputado federal José Medeiros firmou durante a convenção que seu papel, caso eleito, vai ser de “defender os interesses de Mato Grosso e conter atropelos de outros poderes”. No anúncio de sua candidatura no Instagram, o deputado afirmou ser um dia histórico e destacou “Wellington no governo, Medeiro no Senado e Alexandre [Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF)] na cadeia”.“Nós precisamos de número e enquanto a gente não tem esse número, milhares de brasileiros continuam presos, refugiados, exilados. Nós temos lá o presidente Jair Bolsonaro preso, incomunicável, enfim. Torturado, é isso que é verdade. (…) Eu não quero ser eleito para xingar ninguém. Não quero ser eleito para esculhambar ninguém. Mas eu quero ser eleito, sim, para votar impeachment de ministro criminoso”, disparou, em discurso no evento.ArticulaçõesO objetivo do partido é eleger três deputados estaduais, três deputados federais, um senador e conquistar o Governo do Estado.A segunda vaga à Casa Alta ainda está sendo avaliada e o martelo ainda não foi batido. Dois nomes ainda estão sendo cotados: o ex-governador Mauro Mendes e a deputada estadual Janaina Riva (MDB). Uma ala da legenda diverge e defende que o apoio deveria ser destinado ao  produtor rural Antônio Galvan (Avante).