Ataques de Flávio às urnas que o elegeram é método contínuo há 11 anos

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No programa do Noblat, a bancada desmontou a farsa de que a fala de Flávio Bolsonaro a diplomatas sobre a falta de segurança das urnas eletrônicas teria sido um “deslize pontual”.Ricardo e Guga Noblat resgataram o histórico de declarações do senador desde 2014 para provar que a teoria da conspiração contra a Justiça Eleitoral é um método contínuo e deliberado, reproduzido fielmente da cartilha de seu pai, Jair Bolsonaro. Do discurso inventado sobre a empresa venezuelana Smartmatic – narrativa mantida há 11 anos por Flávio – às cobranças pelo voto impresso, o pré-candidato sempre atuou para injetar desconfiança no eleitorado, a despeito de ter sido eleito sucessivas vezes pelo próprio sistema eletrônico.Ao analisar a mais recente investida contra o Tribunal Superior Eleitoral, a bancada alertou para a gravidade da estratégia. Para Noblat, não se trata de mero improviso de campanha, mas da pavimentação antecipada do terreno para não reconhecer uma possível derrota para Lula em outubro.A farsa da suspeição, segundo o jornalista, tenta criar uma narrativa de “tapetão” alinhada a interlocutores da extrema-direita nos Estados Unidos, como o governo de Donald Trump, visando deslegitimar o resultado das urnas brasileiras no cenário internacional e provocar instabilidade democrática.