Tesouros "escondidos", estes restaurantes no DF merecem sua visita

Wait 5 sec.

Todo fim de semana a cena se repete. Você quer comer algo diferente, mas não sabe o que e nem onde? Problema resolvido! A editoria de Vida&Estilo do Metrópoles ouviu experts e chefs para revelar os seus “tesouros escondidos”, ou seja, restaurantes que fogem do circuito e merecem sua atenção. Leia também Vida & EstiloO que tem para fazer em Brasília? Confira programação de 22 a 28/7 Vida & EstiloIdoso de 92 anos trabalha em restaurante para trazer “alegria” aos clientes Tesouros revelados: os restaurantes “escondidos” que vale a pena conhecerBabi Frazão, chef de cozinha e campeã do MasterChef ProfissionaisÀ frente de duas operações na Quituart (Lago Norte) — o Afeto e o recém-inaugurado Bafafá —, Babi Frazão comprova que o amor pela gastronomia transcende o “CNPJ” e, sempre que possível, vai atrás de achados gourmet nos quatro cantos do DF (e além).Babi FrazãoUm deles atende pelo nome de Iacina, dentro da Aliança Francesa (708/907 Sul). Por lá, o curioso foco é misturar influências paraenses e francesas, em um “pout-pourri” que dá samba.“O restaurante fica cercado por um jardim de Burle Marx. É um ambiente que você pode ir para tomar um café pela manhã, no início da tarde ou para o almoço. Para um lanche, superindico os sanduíches cubano, com copa lombo; e surf and turf, com camarão, bacon e queijo ementhal”, afirma. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por IACINA RESTAURANTE (@iacinarestaurante)Não deixe de provar a linguiça suína com camarão e redução de tucupi ou patacones com cogumelos; bem como o filé marajoara, a pescada ao citron (uma pescada amarela ao molho de limão com legumes tostados) e o bobó de camarão.Adriana Samartini, cantoraAnimação é o “nome do meio” de Adriana Samartini. Quem acompanha sua rotina puxada sabe que sempre há espaço para um rolê — e a gastronomia não fica fora disso.A cantora brasiliense conhece a cena da capital como poucas e valoriza um bom trabalho gastronômico, como o do Yasmine — Culinária Árabe, no Sudoeste. “É daqueles lugares que mereciam muito mais reconhecimento”, diz.Adriana SamartiniNa casa, seus queridinhos são o shawarma, tanto de carne quanto de frango, e o trio de entradas, “especialmente pela excepcional pasta de berinjela”. Os doces, ela garante, não ficam atrás. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Yasmine (@yasmineculinariaarabe)A quem acredita em acaso ou destino, a artista destaca mais um motivo para amar seu “achadinho”.“Os proprietários são de Marmarita, cidade síria de onde nasceu minha sogra. Existe um cuidado em preservar os sabores tradicionais. É um restaurante que entrega uma experiência árabe autêntica, com comida feita com muito carinho”, encerra.Leandro Nunes, chef de cozinhaLeandro Nunes já passou por importantes cozinhas mundo afora — e encontrou “conforto” nas caçarolas do Bodega de la Habana, na Vila Planalto, operação comandada por Miguel Padilla.Leandro Nunes“Cubano, ele prepara uma culinária clássica, cheia de sabor e feita por quem realmente entende do assunto. Além de cozinhar muito, recebe todo mundo com um sorriso no rosto, dono de uma simpatia imensa e um amor pela cozinha maior ainda”, assegura.Conforme emenda o chef, a cozinha cubana e brasileira têm muitas semelhanças quando o assunto são os ingredientes utilizados.“Um bom exemplo é o tradicional Mouros e Cristãos, que lembra um baião de dois, mas tem identidade própria. Quem não conhece está perdendo uma experiência gastronômica fantástica”, conta.E ele engrossa a lista de “must go” com o Simbaz, na 412 Sul, especializado em culinária africana. “Se quiser viver a experiência de verdade, esqueça os talheres. O chef e proprietário, Chidera, faz questão de explicar tudo com a maior simpatia. O atendimento é tão marcante quanto a comida.”Chidera Ifeanyi, do Simbaz Culinária Afro e BarLeandro cita, por fim, o Soban, na 111 Sul, e o Kundaliní, na 406 Norte. O primeiro, para comer do churrasco coreano ao bibimbap. O segundo, para provar a rica cozinha vegana. “Lembro de ter completado quatro cartões de fidelidade em menos de três meses. Acho que isso já diz tudo.”Lulu Peters, jornalista e influenciadora gastronômicaEngana-se quem pensa que a boa mesa no DF se restringe ao que é servido nas Asas Norte e Sul. Lulu Peters gosta de comer bem e isso independente de qual seja o CEP.Sempre à procura de novidades, que compartilha em seu perfil no Instagram, indica o Fiesta Phillipines, em Vicente Pires. Segundo ela, a loja mais se assemelha à casa dos donos, que “mal falam português”, mas entendem o essencial: a linguagem universal do acolher, ser gentil e bem servir. Sorte dos comensais.A jornalista Lulu Peters“A comida filipina é repleta de sabor, tradição e preço imbatível. Adoro até a decoração um pouquinho aleatória e a simpatia da equipe conquista qualquer um. Alguns produtos, como a conserva de mamão verde e alguns molhos podem ser comprados para levar para casa. Para minha família, os combinados, com preços entre R$ 75 a R$ 85, com pad thai de camarão, bao e siomai sempre fazem a alegria das minhas filhas”, indica.O wine bar OcaLulu também recomenda o Ballerina Café, na 405 Sul, a quem curte “bolos, brigadeiros e doces finos deliciosos”. Um pouco mais distante, ainda na Asa Sul, Peters sugere o Oca Wine Bar, na 212 Sul.“Um cantinho pequeno, porém, muito charmoso com rótulos diferentões, incluindo alguns próprios e outros exclusivos.” Por lá, vale provar desde a tábua de frios, para um happy hour entre amigos, até o croissant servido no café da manhã.