Amiga é presa 14 anos após mulher ser esfaqueada 100 vezes nos EUA

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Uma amiga próxima de Irasema Chavez (foto), assassinada em 2012, foi presa por autoridades norte-americanas 14 anos após o crime. A polícia chegou até Mayra Velásquez por um teste de DNA feito em uma amostra de sangue colhido na cena do crime.O caso já estava arquivado sem ter uma solução aparente. Irasema Chavez foi encontrada morta após ter sido esfaqueada cerca de 100 vezes. Uma televisão tinha sido levada do apartamento, o que os investigadores acreditam que foi feito pela suspeita.Na época, os testes feitos na amostra de sangue encontrada não acharam nenhum correspondente no banco de dados. Mas este ano, novos testes foram feitos, dessa vez com uma tecnologia chamada genealogia genética forense.Nessa técnica, são feitas pesquisas genealógicas, foi quando chegaram a Mayra Velásquez. “A Sra. Velasquez foi, em tempos, uma amiga próxima da Sra. Chavez e morava a poucos quilômetros do local do crime”, disse a polícia em um comunicado à imprensa. Leia também MundoApós 13 noites de bombardeios, EUA não faz novos ataques ao Irã MundoEUA: 8 pessoas, sendo 6 crianças, são achadas mortas após incêndio MundoEUA pode adotar medidas para pressionar Brasil contra PL das big techs SaúdeEm surto, EUA tem o maior número de casos de sarampo em 35 anos A confirmação veio quando os investigadores conseguiram uma amostra de sangue de Mayra. “Em maio de 2026, os detetives obtiveram uma amostra do DNA da Sra. Velasquez em lixo descartado e a enviaram para um laboratório criminal para análise. O laboratório determinou que o DNA dela correspondia à gota de sangue encontrada no suporte da televisão do quarto”, explicou a polícia.“Os detetives observaram que é comum, durante ataques com faca, o agressor se cortar acidentalmente, e acreditam que foi assim que o sangue da Sra. Velasquez foi parar na cena do crime”, acrescentaram.