Último envolvido em morte de DJ que foi carbonizado é preso

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Policiais civis da 19ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Norte) prenderam, nesta terça-feira (21/7), Robson Lima Mota, terceiro e último envolvido na morte do DJ Thiago Bezerra de Araújo, que foi encontrado morto e carbonizado dentro de um porta-malas de um veículo, no Sol Nascente (DF), em dezembro de 2025.Veja: A coluna Na Mira apurou que a prisão ocorreu após agentes da Seção de Investigação de Crimes Violentos (SICVIO) da 19ª DP receberem informações sobre o paradeiro do foragido. Leia também Na MiraPresos suspeitos de matar, carbonizar e esconder corpo de DJ no DF Na MiraPolícia revela detalhes do caso de DJ carbonizado em porta-malas Na MiraCorpo carbonizado encontrado em porta-malas de carro é de um DJ do DF Entenda o casoO corpo do DJ foi encontrado após o Corpo de Bombeiros ser acionado para atender a uma ocorrência de incêndio em um veículo na região da Chácara 128 do Sol Nascente;Durante a ocorrência, foi constatado que havia um corpo no porta-malas incendiado e com disparos de arma de fogo;Thiago atuava como DJ e, segundo a Polícia Civil, também trabalhava como operador de máquinas do GDF;Segundo as investigações, os três criminosos, por meio de uma emboscada, atraíram a vítima e sua namorada até um local ermo;Os autores renderam a mulher e, usando duas armas de fogo, efetuaram diversos disparos fatais contra Thiago;Em seguida, colocaram o corpo no porta-malas do próprio veículo da vítima e atearam fogo;Após o crime, os três autores passaram a ameaçar e torturar a companheira da vítima para que ela não denunciasse;Eles chegaram a mantê-la, por cerca de 30 dias, sob tortura e em cárcere privado no barraco de um dos envolvidos;A investigação apontou que Daniel e Robson teriam auxiliado Steve Daley de Castro Dias, que teria efetuado os disparos, colocando o cadáver no porta-malas do carro e, posteriormente, incendiado o automóvel, com o objetivo de ocultar o crime.No início do mês, durante a Operação Carbono, foram cumpridos os mandados de prisão contra Steve Daley de Castro Dias, considerado o mandante do crime, e Daniel Nascimento dos Santos, que teria auxiliado na ocultação do cadáver.Eles foram localizados no Sol Nascente e, durante a prisão, Steve arremessou o aparelho celular contra o telhado do imóvel vizinho, com o objetivo de inutilizar possível elemento de prova.