Por causa do inverno, as praias do litoral de São Paulo estão registrando aumento de águas-vivas e outros organismos gelatinosos.O Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) alertou que, nessa época do ano, é comum observar o aumento das espécies na praia, principalmente devido às mudanças nas condições oceanográficas como frentes frias e ventos.9 imagensFechar modal.1 de 9Reprodução/Pexels2 de 9O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), entre os dias 16 de dezembro de 2023 e 28 de janeiro de 2024, registrou 16.634 ocorrências de lesões por água-viva em Santa CatarinaReprodução3 de 9Reprodução4 de 9imageBROKER/Andrey Nekrasov/Getty Images 5 de 9Caravela-portuguesa no mar - MetrópolesGetty Imagens/ Stephen Frink6 de 9As águas-vivas possuem uma rede nervosa difusa, não centralizada, que coordena suas funções básicas, como movimento e resposta a estímulos.Getty Imagens/Yiming Chen7 de 9O nome da água-viva vem da cor dos chamados “braços orais” — estrutura localizada perto da boca — que têm tom violeta combinado a tentáculos avermelhados ou amarelosLaSalle-Photo/Getty Images8 de 9Connect Images/Alexander Semenov/Getty Images9 de 9Getty Images Leia também São PauloArtesp confirma que CPTM vai retomar operação das linhas 11, 12 e 13 São PauloVídeo mostra momento em que PM foi atingido por carro na contramão São PauloJustiça pede investigação de ex de vereadora por violência política São PauloEsposa de ex-UFC desabafa sobre agressão: “Situação humilhante” A entrada de águas mais frias provenientes do sul e a dinâmica dos ecossistemas marinhos também contribuem para essa ocorrência.Apesar de que águas-vivas são comumente encontradas nas águas marinhas, o GBMar recomenda que os banhistas evitem o contato o animal, mesmo quando parecem estar mortas na faixa de areia.“Em caso de contato com águas-vivas e surgimento de sintomas como dor, ardência ou irritação na pele, a orientação é procurar atendimento junto aos postos de guarda-vidas e serviços de saúde para avaliação”, informa o GBMar.