Jornalista morto em Goiânia bebia com advogada antes de ser esfaqueado

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Antes de ser encontrado morto dentro de um apartamento no Setor Bueno, em Goiânia (GO), nessa sexta-feira (24/7), o jornalista Delson Carlos estava bebendo no local com uma amiga, a advogada e empresária Renata Oliveira, e outra mulher. Renata foi detida pela Polícia Militar de Goiás (PMGO).A coluna Na Mira tenta localizar a defesa das envolvidas citadas. O espaço segue aberto para posicionamentos.A PMGO foi acionada para atender a ocorrência. Segundo testemunhas, antes do ataque houve uma discussão. O jornalista foi ferido com um golpe de faca e teve a morte confirmada ainda no local.3 imagensFechar modal.1 de 3Delson CarlosReprodução / Redes sociais2 de 3Polícia Civil investiga morte de jornalista em apartamento em GoiâniaReprodução / Redes sociais3 de 3O jornalista Delson Carlos BarrosReprodução/Redes sociais Leia também Na Mira“Família do bagulho”: tio e sobrinhos são presos por tráfico no DF BrasilQuem era Delson Carlos, jornalista assassinado em bairro nobre de Goiânia BrasilJornalista é assassinado em prédio de bairro nobre em Goiânia Após o crime, as mulheres permaneceram dentro do apartamento, sendo necessário o apoio da equipe tática do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) para negociar a rendição.Ainda de acordo com a PMGO, a síndica e o porteiro do condomínio disseram que houve um desentendimento no interior do apartamento, onde Delson teria desferido um golpe de faca no ombro de uma das mulheres.Depois disso, a advogada suspeita de matar o jornalista permaneceu no apartamento e recusou-se a sair. O local precisou ser isolado por equipes das forças de segurança.Quem era Delson Carlos: Ele comandava a Coluna Delson Carlos, publicada no Diário de Aparecida.O espaço trazia informações sobre acontecimentos sociais, personalidades e eventos realizados no estado.Além da coluna, ele atuava como editor da Revista Class e do Portal Class News, veículos que cobrem eventos sociais e institucionais.Delson também mantinha presença ativa nas redes sociais, onde reunia cerca de 95 mil seguidores.Em seu perfil, apresentava-se como jornalista profissional registrado, assessor de imprensa, editor da Revista Class, formado em Marketing e com pós-graduação.O caso é apurado pela Polícia Civil de Goiás. As causas e motivações do homicídio ainda não foram esclarecidas.