Mais de 80 mil imóveis seguem sem energia na região de Ribeirão Preto

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A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL Paulista) informou que mais de 80 mil unidades consumidoras ainda estavam com o fornecimento de energia em processo de restabelecimento na região de Ribeirão Preto na manhã deste sábado (25), após o temporal que atingiu o interior de São Paulo. Segundo a distribuidora, mais de 304 mil clientes em Ribeirão Preto já tiveram o serviço normalizado, enquanto equipes seguem atuando para recuperar a rede elétrica danificada.De acordo com o boletim mais recente enviado à CNN, 58 mil unidades consumidoras permaneciam em processo de restabelecimento em Ribeirão Preto. Em outras cidades da região, havia 16 mil unidades em recomposição em Guariba, 4,8 mil em Taquaritinga, 2,4 mil em Pradópolis e 700 em Dumont.A concessionária informou que mobilizou cerca de 300 equipes, com reforço de profissionais de cidades como Franca, Araraquara, Campinas e Piracicaba, além de equipes de outras empresas do Grupo CPFL Energia e parceiros. Leia Mais Centro de São Paulo tem apagão após desligamento de circuito da Enel Após incêndio, CPTM voltará a operar linhas privatizadas por 90 dias Light prevê aporte bilionário e volta ao mercado de crédito no 2º semestre  Segundo a empresa, os trabalhos estão concentrados principalmente na reconstrução de 34 torres de transmissão e na substituição de mais de 250 postes danificados pela tempestade, para normalizar o fornecimento de energia o mais rapidamente possível.A distribuidora reforçou que a prioridade neste momento é garantir a segurança da população e das equipes em campo. A orientação é para que moradores não toquem em fios rompidos nem em galhos de árvores que estejam sobre a rede elétrica, mesmo que aparentem estar desligados. A recomendação é acionar imediatamente a CPFL e o Corpo de Bombeiros e aguardar o atendimento.Previsão do tempo: Chuvas se espalham pelo Sudeste nesta sexta-feira (24) | CNN PRIME TIMEAs equipes também trabalham com o auxílio da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros, da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e o CGE (Centro de Gestão de Emergências da Defesa Civil do Estado de São Paulo).*Sob supervisão de Manuella Dal Mas