No programa do Noblat, a bancada do analisou os lançamentos das candidaturas de direita e as travas que impedem seu crescimento.Mesmo sob isolamento e sem vice, Flávio Bolsonaro sustenta a liderança da oposição e aparece empatado com Lula no Rio de Janeiro. Embora o senador esteja longe da vantagem avassaladora do pai em 2022, a resiliência de seu eleitorado bloqueia o avanço de concorrentes que dependem, obrigatoriamente, de tomar os votos do bolsonarismo para decolar.Atento a essa trava, o governador Ronaldo Caiado oficializou sua candidatura pelo União Brasil partindo para o confronto direto. Em tom duro, provocou Flávio ao chamá-lo de candidato “Kinder Ovo” e “frango de granja”, alertando que insistir no herdeiro é entregar ao PT o adversário que Lula deseja no segundo turno. No entanto, o movimento do goiano veio com atraso e enfrenta a fratura do próprio partido, esvaziado por ausências de peso.Já Romeu Zema teve o nome homologado pelo Novo em Brasília, mas adotou uma tática ineficaz: evitou o embate com Flávio e focou em ataques ao STF, promessas de criar superpresídio na Amazônia e críticas ao PT. Sem coragem para disputar o espólio bolsonarista com o herdeiro direto, Zema segue empacado na casa dos 3%, comprovando a incapacidade da direita alternativa de romper a polarização entre Lula e o PL.