Como se vê, a situação internacional não permitirá ao Brasil — e a nenhum país do mundo — navegar em águas tranquilas nos próximos anos. Isso exigirá do governo brasileiro uma estratégia internacional clara, liderada com competência e profissionalismo. Não há espaço para amadorismos ou para decisões que privilegiem interesses outros que não os interesses nacionais. Escolher com sabedoria o caminho de uma política externa pragmática já seria um excelente começo.