De ravioli de lagosta a suflê: o cardápio do jantar de Lula e empresários

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O cardápio do jantar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com empresários e investidores, no Palácio da Alvorada nesta segunda-feira (31), teve de ravióli de lagosta com bisque de camarão a panacota de baunilha com compota de frutas amarelas.A entrada do jantar foi ravióli de lagosta com bisque de camarão, segundo relatos de presentes.Houve duas opções para prato principal: lombo de robalo com crosta de ervas ou carré de cordeiro com crosta de ervas e mostarda. Empresários cobram de Lula equilíbrio fiscal e taxa de juros menor Lula reúne 16 empresários em Brasília antes de eleições; veja lista Governo envia ao Congresso PLOA 2027 e cita busca por agenda fiscal sólida Para sobremesa também havia alternativas. Os empresários puderam escolher entre suflê de chocolate com sorvete de baunilha e panacota de baunilha com compota de frutas amarelas.O menu do jantar foi acompanhado de discussão sobre contas públicas, taxa de juros e a relação com os Estados Unidos em reunião de quase três horas.A reunião na residência presidencial se iniciou por volta das 20h e chegou ao fim às 22h40. Ao todo 25 pessoas participaram do encontro, sendo 16 representantes do setor privado. Autoridades de governo e aliados de Lula também marcaram presença.Lula fez uma breve fala inaugural no jantar. Na sequência, tiveram a palavra todos os empresários e autoridades presentes — enquanto as refeições eram servidas. O mandatário voltou a discursar no encerramento da reunião.Durante quase todo o tempo se falou de economia. Os temas principais foram o cenário fiscal e o patamar dos juros no país. Os presentes descreveram cenários setoriais e trocaram percepções sobre a atividade.Os membros do governo Lula defenderam o ajuste fiscal realizado ao longo do mandato, mas também compromissos endereçados com o social e o desenvolvimento industrial.A relação do Brasil com o presidente norte-americano, Donald Trump, apareceu lateralmente no encontro, de acordo com presentes. As eleições deste ano não apareceram como um tema central da conversa, apontam fontes.