Conversas em voz alta e o uso de celulares sem fones de ouvido são consideradas as atitudes mais irritantes dentro de um avião. Uma pesquisa da YouGov encomendada pelo portal TPG, realizada com mais de 2.500 adultos nos Estados Unidos, apontou que a maioria das pessoas culpa os próprios colegas de voo pela queda na civilidade. O levantamento aponta que a etiqueta em aeronaves piorou nos últimos cinco anos para 42% dos entrevistados. Leia também BrasilAvião da Latam com 151 a bordo sai da pista após derrapar em pouso no PR Vida & EstiloGuia do novo rude: som alto no celular e outras atitudes que irritam Claudia MeirelesMédica aponta hábitos alimentares que podem aumentar a produção de gases Apesar do cenário negativo, o público não deseja punições severas ou novas regras impostas pelas companhias aéreas. A conclusão do estudo é simples: as pessoas querem apenas o retorno do respeito comum durante a viagem.O uso de celulares no viva-voz e vídeos no volume máximo em locais públicos estão entre as principais reclamaçõesO barulho é o maior inimigo dentro do aviãoO uso de aparelhos eletrônicos no volume máximo lidera o ranking de queixas, incomodando 27% dos viajantes. A atitude afeta o bem-estar de todos que dividem o espaço apertado durante o trajeto.Curiosamente, a irritação não faz com que o público exija proibições extremas, já que apenas 40% defendem o banimento de chamadas de voz e vídeo. O relatório do TPG avalia o cenário: “Ainda assim, é claro que a maior ofensa à etiqueta não é ocupar espaço — é dominar a cabine com barulho”.Deitar a poltrona de surpresa gera confusão, por isso, o bom senso manda sempre olhar para trás antes de reclinar no aviãoA polêmica da poltrona reclinada no aviãoO segundo maior motivo de estresse, apontado por 21% do público, é deitar o encosto excessivamente ou de forma repentina. Porém, 51% acham aceitável reclinar na classe econômica, desde que o passageiro olhe para trás primeiro.Sendo a minoria, 10% das pessoas acreditam que os assentos nunca devem ser reclinados, provando que o problema não é o conforto, e sim a falta de aviso. O estudo conclui que a boa educação resolve conflitos.Respeitar a ordem das fileiras no desembarque e dividir o apoio de braço garantem um clima de respeito e educação no aviãoRegras de desembarque e disputas no aviãoA hora de ir embora também exige regras claras de convivência e respeito mútuo. Para 65% dos entrevistados, sair da aeronave fileira por fileira, da frente para trás, é a maneira adequada de realizar o desembarque de forma ordenada.Já na disputa pelo apoio de braço, a ideia de que o assento do meio tem preferência não é uma regra universal no avião. Apenas 11% concordam com essa exclusividade, enquanto 31% acham que todos devem simplesmente compartilhar o espaço igualmente.