O Metrópoles tem duas reportagens concorrendo ao prêmio Anamatra de Jornalismo em Direitos Humanos. O trabalho multimídia O assédio sexual no câmpus em 128 atos, sobre condutas de conotação sexual contra mulheres em universidades e institutos federais, e o especial Mete marcha, sobre a precarização do trabalho dos entregadores de delivery, disputam, respectivamente, as categorias Jornalismo escrito e Jornalismo de vídeo da competição.O prêmio é promovida pela Associação Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), está em sua 12ª edição e valoriza reportagens que abordem temas relacionados a Direitos Humanos. Trabalhos veiculadas na CBN, Folha de S. Paulo e TV Brasil também estão na disputa. Leia também ImprensaLuta pelo luto: Metrópoles vence prêmio internacional de jornalismo ImprensaMetrópoles é finalista em Jornalismo do prêmio Patrícia Acioli ImprensaMetrópoles é vencedor do prêmio internacional Gabo de Jornalismo de 2026 ImprensaMetrópoles é o portal mais premiado da história do Brasil Assédio nas universidadesO especial multimídia O assédio sexual nos câmpus em 128 atos é resultado de uma investigação de nove meses, conduzida pelos jornalistas Tácio Lorran, Melissa Duarte e Manoel Marçal. O trio analisou processos administrativos disciplinares (PADs) em que professores ou servidores de universidades e institutos federais de pesquisa foram punidos por assédio sexual ou condutas de conotação sexual.Obtidos via Lei de Acesso à Informação (LAI), os dados permitiram a realização de um dossiê inédito no Brasil sobre as violências e os constrangimentos aos quais as mulheres – a maioria das 265 vítimas é do sexo feminino – estão submetidas em ambientes de ensino.O material também avança ao realizar um diagnóstico sobre as falhas que atrapalham o combate ao assédio nas instituições. A reportagem apurou situações de constrangimento ou violência em 59 universidades e institutos federais e disponibilizou um mapa interativo para que o leitor pudesse pesquisar detalhes do que aconteceu na instituição de ensino de seu interesse e qual foi o encaminhamento do caso.Leia a reportagem: O assédio sexual nos câmpus em 128 atosParticiparam da concepção e elaboração do projeto a CEO do Metrópoles, Lilian Tahan, o diretor de redação, Otto Valle, a editora-chefe, Márcia Delgado, e a diretora de Operações e Inovação, Olívia Meireles. A edição foi feita por Érica Montenegro e Tácio Lorran. A apuração da reportagem coube a Tácio Lorran, Melissa Duarte e Manuel Marçal.As fotografias e a captação de vídeo foram feitas por Vinícius Schmidt. A edição de fotos coube a Daniel Ferreira e Michael Melo. O diretor de Arte do Metrópoles, Gui Prímola, e os designers Lara Abreu e Gabriel Lucas foram responsáveis pelo projeto visual da reportagem. Gabriel Foster, Leonardo Hladczuk, Bethânia Cristina, Giuliano Gazzoni, Sarah Chaves, Blandu Correia, João Marcos Gomes e Artur Darwich cuidaram da edição, montagem e finalização do vídeo.Precarização do trabalhoA reportagem Mete Marcha: gamificação coloca entregadores do iFood em risco, produzida por William Cardoso e Rodrigo Freitas, revela o sistema de gamificação na plataforma de entregas iFood e os riscos que ele traz para os motociclistas.A apuração mostra como o iFood vincula os motoqueiros por meio de bônus e desafios, intensificando as missões em dias de mau tempo, trânsito intenso e em rotas mais afastadas e menos seguras.A concepção do especial Mete Marcha é de Lilian Tahan, Olívia Meireles, Otto Valle, Márcia Delgado e Fabio Leite. A coordenação do especial foi feita por Érica Montenegro. O projeto gráfico foi elaborado por Gui Prímola e Carla Sena, também responsável pelas ilustrações. As animações são de Leonardo Hladczuk.As imagens (vídeos e fotos) foram feitas por William Cardoso, Rodrigo Freitas e Danilo M. Yoshioka. A edição de fotografias coube a Daniel Ferreira e Michael Melo. A revisão foi feita por Geisiane Sousa. O desenvolvimento tecnológico é de responsabilidade de Ítalo Ridney, Saulo Marques e André Marques.Leia a reportagem especial Mete marcha.O trabalho venceu a categoria multimídia no prêmio de jornalismo promovido pela Confederação Nacional de Transportes e também mereceu um prêmio de excelência pelo uso de vídeo na narrativa no concurso The Best of News Design, organizado pela Society for News Design (SND).Referência em jornalismoEm seus dez anos de existência, o Metrópoles tornou-se referência em jornalismo de qualidade. Em 2026, o portal venceu o Prêmio Gabo de Jornalismo na categoria Cobertura com a reportagem A política da bala. O concurso é organizado pela Fundação Gabo, criada em homenagem ao escritor e jornalista Gabriel García Márquez.Neste ano, o portal também ganhou o 1º lugar no prêmio de excelência promovido pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) na categoria Cobertura Jornalística. A reportagem Luta pelo luto foi escolhida como uma das melhores do ciclo 2025/2026.Segundo ranking divulgado pelo Jornalistas & Cia, site especializado na cobertura da imprensa, o Metrópoles é o portal mais premiado da história do Brasil, superando sites como Uol, G1, Folha On-line e Portal Estadão.