Desde o dia 1º de maio, moradores e visitantes de Pequim enfrentam restrições que proíbem a compra, o aluguel e o voo de veículos aéreos não tripulados (drones) sem autorização oficial em toda a jurisdição da cidade.A determinação esvaziou as prateleiras de lojas e interrompeu um mercado de lazer que vinha em rápida expansão na China, país considerado o berço desses aparelhos. Leia Mais Grupo compra quase todas as 25,8 milhões de combinações da loteria do Texas, gasta US$ 26 milhões e recebe US$ 57,8 milhões Ter padrões de exigência irreais destrói relações saudáveis; entenda Chá da casca de cebola previne o envelhecimento e protege células do corpo humano; saiba como preparar Segurança e controle na capitalSegundo as autoridades municipais, as regras rígidas para drones têm o objetivo de resguardar a segurança da capital chinesa, ponto que concentra instalações políticas e militares sensíveis.O governo aponta preocupações não apenas com atividades de espionagem, mas também com o potencial letal que esses aparelhos recreativos demonstraram em cenários de conflitos externos recentes. Até o fim de 2025, o país registrava mais de três milhões de drones regulamentados em âmbito nacional.Restrições de transporte e manutençãoA nova diretriz proíbe o transporte de drones e de seus componentes essenciais para dentro de Pequim sem licença prévia. Quem já possui o equipamento precisa realizar o registro obrigatório de drones na polícia local, utilizar um aplicativo oficial e realizar um exame teórico de 30 minutos em casa.Adicionalmente, as regras proíbem serviços de manutenção, reparos ou substituição de peças dentro do núcleo urbano de Pequim. A restrição afeta diretamente os usuários e a fabricante chinesa DJI, líder global que detém cerca de 70% do mercado mundial.*Com informações de Todd Symons e Martha Zhou da CNN