Quem é MC Orelha, preso em aeroporto por promover facção criminosa

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Gustavo de Lima Lopes, mais conhecido como MC Orelha, é o funkeiro carioca de 39 anos que foi preso no Aeroporto de Jijoca de Jericoacoara (CE), no sábado (8/8), sob suspeita do crime de promoção de organização criminosa armada. Ele foi detido por policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco).3 imagensFechar modal.1 de 3MC OrelhaReprodução / Redes sociais2 de 3Gustavo de Lima Lopes foi preso no aeroporto do CearáReprodução / Redes sociais3 de 3MC Orelha é preso por crime de promoção de organização criminosa armada.Reprodução / Redes sociaisNatural de Niterói, MC Orelha ficou conhecido nacionalmente no cenário do funk há cerca de 17 anos com o sucesso da música Faixa de Gaza. Com mais de 350 mil seguidores no Instagram, o artista compartilha momentos da carreira na rede social.Ele passou por audiência de custódia nesse domingo (9/8), quando a prisão em flagrante foi convertida em preventiva.Prisão de MC OrelhaO funkeiro havia viajado ao Ceará para se apresentar em um evento privado que marcou o aniversário de um ano de uma torcida organizada, no município de Sobral. Leia também Na MiraMulher de MC Orelha se manifesta sobre prisão do cantor: “Injusta” Na MiraMC Orelha é preso em aeroporto por promover organização criminosa Após a prisão, artistas, fãs e pessoas próximas ao cantor passaram a publicar nas redes sociais mensagens em apoio ao funkeiro, entre elas “Liberdade, poeta” e “MC não é bandido”. A expressão ganhou destaque após a prisão de MC Poze do Rodo, no ano passado, e posteriormente se tornou música do próprio cantor.Segundo as investigações da Polícia Civil do Ceará, em 2025, MC Orelha teria promovido um grupo criminoso de origem carioca durante uma apresentação musical realizada no bairro Genibaú, em Fortaleza. De acordo com a polícia, durante o show, o investigado teria feito gestos e utilizado símbolos que faziam alusão à organização criminosa.As autoridades também apontam que MC Orelha utilizava seu alcance nas plataformas digitais para divulgar músicas que, segundo a investigação, enaltecem o crime organizado, além do uso de drogas e armas.