O Pentágono, Departamento de Defesa dos Estados Unidos, pediu às empresas que fornecem equipamentos militares ao país que aumentem a produção de armas, em meio a preocupações de que os estoques estejam diminuindo enquanto a guerra contra o Irã continua.Um memorando elaborado na quarta-feira (5) pelo vice-secretário de Defesa, Steve Feinberg, deu aos líderes do setor no máximo 21 dias para apresentar planos destinados a “acelerar significativamente e de forma mais agressiva os cronogramas de entrega e/ou aumentar a produção de capacidades críticas”. O memorando foi divulgado primeiro pelo Washington Post.“O memorando de 5 de agosto é real. Ele servirá de base para o orçamento do ano fiscal de 2028, que será apresentado ao Congresso para aprovação de recursos, e está totalmente alinhado com nosso esforço contínuo para reconstruir a base industrial de defesa. O orçamento do ano fiscal de 2027, que está sendo atualmente analisado pelo Congresso, pode impulsionar esse esforço imediatamente”, disse à CNN Sean Parnell, porta-voz do Pentágono. Leia Mais Governo Trump intensifica pressão por bilhões de dólares para guerra no Irã Trump pede a Câmara e Senado que avancem com US$ 350 bilhões para Defesa Forças dos EUA estão se rearmando e podem retomar combates, dizem militares Parnell defendeu o memorando, afirmando que trabalhar diretamente com os líderes da indústria “não é algo novo”.“O vice-secretário Feinberg é um líder de uma geração nesse esforço, conduzindo o trabalho árduo de reformar nosso sistema de aquisições, que está quebrado, ultrapassado e é extremamente complexo, para que possamos realmente produzir as armas de que nossos combatentes precisam no ritmo exigido pela ameaça”, afirmou.