Guia da primeira infância: dicas práticas para cuidar das crianças dos 0 aos 6 anosUm guia gratuito lançado neste mês reúne orientações para famílias e cuidadores sobre os cuidados com crianças de 0 a 6 anos. O "Guia de Primeira Infância" traz informações baseadas em evidências científicas sobre desenvolvimento infantil e sugestões de como atividades cotidianas, como brincadeiras e conversas, podem contribuir para o desenvolvimento físico, cognitivo e socioemocional das crianças.CLIQUE AQUI PARA BAIXAR OU LER O GUIAO material é uma iniciativa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, com apoio da Globo e do Criança Esperança e cooperação da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). A publicação pode ser acessada gratuitamente pela internet e faz parte das ações do Agosto Verde, Mês da Primeira Infância.Guia de primeira infâciaDivulgaçãoSegundo a fundação, a proposta é apresentar o conhecimento científico sobre os primeiros anos de vida em uma linguagem acessível, sem a intenção de transformar pais e cuidadores em especialistas. “A ideia não é transformar ninguém em especialista, mas caminhar junto e explicar com clareza o que acontece nos primeiros anos de vida, com informações que irão apoiar famílias e cuidadores a cuidar de um bebê ou criança”, afirma Paula Perim, diretora de sensibilização da sociedade da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal.O guia tem como personagem Nelson, o Nenê, criado para apresentar de maneira leve informações sobre os primeiros seis anos de vida. A publicação aborda, entre outros pontos, a importância das interações entre adultos e crianças. De acordo com a Unesco, é na primeira infância que se formam 90% das conexões cerebrais e são construídas bases importantes para o desenvolvimento físico, cognitivo e socioemocional.O lançamento integra a campanha “Cuidar da primeira infância é cuidar do mundo”, que será divulgada ao longo de agosto. O Mês da Primeira Infância foi instituído pela Lei 14.617/2023 e busca ampliar a conscientização sobre a atenção a gestantes, bebês, crianças pequenas e suas famílias. Segundo as organizações responsáveis pela iniciativa, experiências vividas nessa etapa podem ter reflexos na saúde, na formação de vínculos afetivos e na trajetória escolar ao longo da vida.