O cenário meteorológico no Brasil segue em estado de atenção. Após a passagem de um ciclone-bomba, fenômeno caracterizado pela queda rápida da pressão atmosférica em curto período, uma nova frente fria avança pelo país neste domingo (9).O sistema deve trazer uma queda acentuada nas temperaturas e alguns riscos climáticos. Sul: a região mais afetadaA Região Sul é o principal foco de instabilidade. A nova frente fria, associada a um sistema de baixa pressão e ao Jato de Baixos Níveis, mantém o tempo severo no Paraná. Há uma condição de perigo para elevados acumulados de chuva em Curitiba (PR) e áreas ao sul da capital paranaense.Enquanto o Paraná e o norte de Santa Catarina enfrentam temporais, uma massa de ar frio na retaguarda do sistema faz as temperaturas despencarem no Rio Grande do Sul. O domingo deve ser marcado por geada em diversas áreas gaúchas pela manhã, termômetros próximos de 0ºC e sensação térmica baixa reforçada pelo vento sul.Alerta, aulas suspensas e tornado: veja impactos de ciclone-bomba pelo paísQueda no Sudeste e temporais no Centro-OesteJá no Sudeste, a frente fria atua principalmente na altura da costa de São Paulo. O dia promete chuva moderada a forte no litoral paulista e no Vale do Ribeira, com risco de temporais isolados no extremos sul do estado.Na Grande São paulo, as temperaturas diminuem ao longo do domingo, com possibilidade de garoa à noite e máxima de 26ºC.Por sua vez, no Rio de Janeiro, o claor ainda predomina durante o dia, com máximas que podem chegar aos 36ºC, mas a nebulosidade aumenta à tarde e há chance de chuva no período noturno com a chegada de novos ventos do quadrante sul.Cilone bomba: entenda como fenômeno se formou | AGORA CNNNo Vale do Paraíba e litoral do Rio de Janeiro e Espírito Santo, as rajadas ficam entre 50 e 70 km/h.Entenda como o ciclone-bomba se forma e por que provoca ventos tão intensosO Mato Grosso do Sul sente os efeitos da frente fria, com pancadas de chuva moderada a forte, desde cedo no sul e sudoeste do estado. Na faixa oeste e região central de Mato Grosso do Sul, as rajadas variam entre 50 e 70 km/h.Ventos extremos: diferenças entre tornado, ciclone, furacão e tufão