O CEO da Meta, o bilionário Mark Zuckerberg, está sendo acusado de não ter ajudado um pequeno barco sem combustível, entre Petersburg e Juneau, no Alasca (EUA), enquanto seu super iate de 118m, avaliado em US$ 300 milhões, estava por perto.Após pedidos de ajuda via rádio serem ignorados pela tripulação do iate, os tripulantes do barco conseguiram contato com a Guarda Costeira, que precisou acionar um navio cruzeiro de pequeno porte para ajudar. O episódio aconteceu na última segunda-feira (3/8).Um passageiro do navio Wilderness Legacy, da UnCruise Adventures, que foi ao resgate da pequena embarcação de pouco mais de seis metros, publicou sobre o episódio nas redes sociais:“Estou em um cruzeiro de pequeno porte pelo Alasca com meu filho. Nosso barco resgatou uma embarcação encalhada ontem à noite e, aparentemente, fizemos isso depois que a Guarda Costeira contatou por rádio o iate de Mark Zuckerberg – que estava mais perto – e eles se recusaram repetidamente a responder. (Houve vaias quase unânimes quando o capitão anunciou isso)”, escreveu. Leia também Fábia OliveiraFotos: internautas reagem a novo superiate de Neymar MundoFragata russa dispara tiros de alerta contra iate britânico São PauloJustiça emite aviso para evitar venda de iate, jato e hotel de Vorcaro Grande AngularTRT suspende ação de adicional de periculosidade a vigilantes do Iate Após a grande repercussão negativa, Brian Baker, porta-voz de Zuckerberg e sua esposa, Priscilla Chan, disse que o casal não estava a bordo do iate. Segundo ele, a tripulação do iate estava operando em um canal de rádio diferente e, quando eles revisaram a transmissão, uma operação de assistência já estava em andamento. “Mark e sua família não estavam a bordo no momento do incidente. Como a Guarda Costeira observou, a embarcação não estava em perigo e, quando a tripulação verificou o contato da Guarda Costeira em um canal de rádio diferente daquele em que estavam operando, o auxílio já estava em andamento. Estamos gratos por todos estarem em segurança”, afirmou à imprensa internacional.