O Slaughter to Prevail confirmou show único no Brasil. A banda será uma das atrações do Liberation Festival 2026, que ocorre na Vibra, em São Paulo, no dia 12 de dezembro.Além do grupo russo de deathcore, estão confirmados Dimmu Borgir, Testament e Charlotte Wessels. A venda de ingressos está disponível no site Clube do Ingresso. Valores:Pista premium: R$ 600 (meia ou solidário, mediante doação de 1 kg de alimento)Pista: R$ 450 (meia ou solidário, mediante doação de 1 kg de alimento)Camarote: R$ 700 (meia ou solidário, mediante doação de 1 kg de alimento)A próxima visita do Slaughter to Prevail ao Brasil será a segunda de sua carreira. Eles vieram anteriormente em março de 2025, para shows em Curitiba e São Paulo.Como na ocasião anterior, seguem promovendo o álbum “Grizzly” (2025). O disco, primeiro em quatro anos, trouxe participações de Ronnie Radke, vocalista do Falling in Reverse, e do grupo Babymetal.ControvérsiasApesar dos números altos em plataformas de streaming e presença em grandes festivais, o Slaughter to Prevail acumula controvérsias. Ao longo dos anos, o vocalista Aleksandr “Alex Terrible” Shikolai foi alvo de acusações de apologia ao nazismo, racismo e transfobia.No passado, o cantor exibia uma tatuagem do Sol Negro, símbolo associado ao nazismo, e manteve vínculos com grupos racistas de extrema direita na Rússia, onde cresceu. Além disso, publicou conteúdo nas redes sociais exaltando a ideia de ser um “homem de verdade” e declarou que seguia “valores familiares tradicionais”.Durante participação no podcast The Downbeat, Alex se defendeu de parte das acusações. Sobre a associação com os grupos racistas, o frontman afirmou que não aproximou-se por dividir os mesmos pensamentos e preconceitos, mas sim, pelo “estilo de vista” de tais conjuntos. Conforme transcrição da Metal Hammer, o cantor explicou: “Eu pensei: ‘Ok, quero entrar para esse grupo porque eles são caras fortes, me motivam a ser uma versão melhor de mim mesmo. Tipo ir à academia, me educar e essas coisas’. Mas, ao mesmo tempo, eu nunca fui racista, nazista ou tive qualquer visão radical.”Já em relação à mencionada tatuagem, o integrante repetiu o argumento de que colocou a imagem na pele pelo significado esotérico e não pela conotação nazista. Ainda confessou que a motivação para cobri-la foi o boicote à turnê do Slaughter to Prevail na Europa em 2015, apesar de, depois, ter entendido a gravidade: “Comecei a ler sobre esoterismo, sobre energia e coisas assim [e fiz a tatuagem]. Mas não sou burro. Claro que entendo que isso foi usado pelos nazistas. Eu cobri minhas tatuagens não apenas porque mudei minhas visões ou porque mudei de ideia. Eu estava com medo pela minha carreira. E talvez depois de três ou quatro anos, pensei: ‘Que p#rr@ eu estava fazendo? Por que eu fiz aquilo?’.”Então, o vocalista abordou o fato de ser taxado de neonazista devido às suas postagens antigas nas redes sociais, onde apareceu segurando um rifle enquanto usava um capacete de um antigo membro da SS, a polícia nazista, e mostrou arrependimento. Ele disse:“Eu estava na casa de um amigo e o pai dele era um grande colecionador e tinha várias coisas dessa época. E eu disse: ‘vamos tirar uma foto com essas coisas’. Eu coloquei essa m#rd@ nas minhas redes sociais. Fui estúpido e idiota. Eu não era um garoto – eu tinha uns 20 ou 19 anos – mas isso não importa, são só desculpas. Eu fui estúpido e tenho que assumir essa responsabilidade, porque eu não era um garoto. Eu não tinha 13 ou 14 anos, eu já era um homem feito. Eu entendo, estou pagando o preço agora.”Por fim, quando perguntado diretamente se era racista, transfóbico ou homofóbico, Alex respondeu “não” para tudo e completou que só odeia a si mesmo.Quer receber novidades sobre música direto em seu WhatsApp? Clique aqui!Clique para seguir IgorMiranda.com.br no: Instagram | X/Twitter | Facebook | YouTube | Bluesky | Threads | TikTok.O post Slaughter to Prevail é confirmado no Liberation Festival 2026 apareceu primeiro em Igor Miranda.