O partido Novo oficializou a candidatura de Romeu Zema à Presidência da República junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) neste sábado (8) e apresentou o plano de governo do candidato.Intitulado “Plano Implacável”, o documento conta com 81 páginas e 20 temas com “propostas concretas para os maiores problemas do país”.A chapa do partido será composta pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), que teve a candidatura oficializada nesta terça-feira (4). Leia Mais Eleição de 2026 é a primeira do século sem mulheres em chapas competitivas Zema defende privatizações, reformas e revisão de programas sociais Patrimônio de Zema aumenta R$ 49 milhões em quatro anos No plano de governo, Zema defende replicar propostas implementadas durante seus dois mandatos como governador de Minas Gerais nos âmbitos da segurança pública, economia, administração do Estado, saúde, cultura, educação e política externa.Entre as medidas, o candidato defende a criação de uma cultura de educação financeira como uma das saídas para o endividamento. Para isso, Zema prevê o depósito de R$ 1 mil para cada recém-nascido, com “valor aplicado em fundos de ações e saque permitido apenas aos 18 anos”.Segundo o texto da proposta, a iniciativa serviria como estímulo para a formação de patrimônio e o desenvolvimento da educação financeira desde a infância.Já no âmbito internacional, o candidato do Novo defende que o Brasil se alinhe às democracias ocidentais e aos mercados globais. Entre as diretrizes apresentadas, Zema propõe a saída do Brics de forma diplomática, preservando as relações comerciais bilaterais com os países-membros.Ele propõe também a entrada do país na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), com o objetivo de tornar o Brasil mais competitivo internacionalmente e ampliar o acesso das empresas nacionais a novos mercados.Divulgação do plano de governoA CNN Brasil vai divulgar, de forma igual, os detalhes do plano de governo de todos os candidatos à Presidência que oficializarem seus registros junto à Justiça Eleitoral. Os partidos têm até o dia 15 de agosto para cumprir essa formalidade, considerada obrigatória no processo eleitoral.