Quem é o cinegrafista demitido da Globo após dar cabeçada em repórter

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O cinegrafista que teria agredido um fotógrafo pouco antes do debate entre Fernando Haddad e Tarcísio de Freitas na Band realizado no domingo (9/8) foi identificado como Gustavo Clemente. Ele teria dado uma cabeçada em Igor Carvalho, do Brasil de Fato.Segundo relatos, logo após o episódio, Clemente foi retirado do local (veja abaixo). O jornalista agredido foi prontamente atendido e passa bem. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Metrópoles (@metropoles)No dia seguinte ao ocorrido, o cinegrafista da Globo News foi demitido pela TV Globo. A confusão aconteceu em meio à movimentação de profissionais da imprensa para a cobertura do debate entre candidatos ao governo de São Paulo. Leia também São PauloCinegrafista que agrediu fotógrafo se pronuncia após demissão da Globo CelebridadesVeja momento em que cinegrafista da Globo dá cabeçada em fotógrafo São PauloGlobo demite cinegrafista que agrediu fotógrafo em debate EsportesCinegrafista ferido após choque com jogador ganha camisa de presente Apesar de não terem fotos no Instagram, Gustavo publica nos Stories sobre os trabalhos que fez como cinegrafista e mostra os equipamentos de trabalho.Cinegrafista se posicionouNesta terça-feira (11/8), Gustavo afirmou lamentar “profundamente” o que aconteceu. “Tenho consciência de que a situação jamais deveria ter chegado ao ponto a que chegou e me arrependo do desfecho”, escreveu o cinegrafista em uma publicação nas redes sociais.“É importante esclarecer que o episódio não começou da forma como vem sendo retratado. Antes do ocorrido, fui alvo de sucessivas provocações, ofensas e agressões verbais, além de contato físico por parte do fotógrafo, que também empurrou outros profissionais de imprensa que trabalhavam no local. Esses fatos foram presenciados por diversos colegas de diferentes veículos de comunicação”, disse Gustavo.“Foi nesse contexto de tensão que ocorreu a reação que resultou nas imagens que hoje circulam. Não apresento esse contexto como justificativa, mas como parte indispensável para que os fatos sejam compreendidos em sua totalidade”, completou.