Novo sistema alertará Enel sobre curto em subestações para evitar apagões

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A primeira subestação totalmente digital de São Paulo está sendo construída em Diadema, no ABC paulista, com objetivo de alcançar cerca de 325 mil clientes em Diadema, São Bernardo do Campo e na Zona Sul da capital paulista.O sistema do local vai permitir a realização de comunicação direta com o COD (Centro de Operações de Distribuição), em São Paulo, e o acompanhamento contínuo do funcionamento dos equipamentos, além de permitir o monitoramento do desempenho da instalação e a organização de maneira remota.  A CNN Brasil teve acesso à informação em primeira mão.A primeira subestação com tecnologia do Grupo Enel no mundo tem a intenção de substituir a maioria das conexões tradicionais por uma arquitetura digital em fibra óptica e com equipamentos aprimorados. A companhia tenta se preparar para as mudanças climáticas e a nova realidade de São Paulo.  Leia Mais Porto de Paranaguá investe R$ 81 milhões em subestação de energia CPFL admite interesse em compra da Enel SP se ativo for colocado à venda Pelo menos sete cidades são alvo da expansão de data centers no Brasil Governo afirma que Enel pode perder concessão em SP | AGORA CNN Além disso, também serão utilizados sensores e algoritmos de análise que vão permitir a identificação de alterações nos equipamentos, antes que se tornem falhas, tornando as operações mais seguras, eficientes, confiáveis e ágeis.O modelo digital vai simplificar a estrutura que seria de uma subestação padrão, permitindo que um único servidor realize funções que dependiam de equipamentos físicos, reduzindo a quantidade de objetos instalados, facilitando a manutenção e aumentando a flexibilidade operacional.Outra decisão tomada para a subestação digital que vai reduzir as possibilidades de imprevistos é a substituição dos cabos de cobre por fibra óptica, prevenindo furtos e aumentando a confiança da comunicação entre os equipamentos do local.Reduz o impacto ambientalDe acordo com informações da Enel, a subestação ocupa aproximadamente 15% menos área construída do que uma estrutura convencional e de tamanho semelhante, além de utilizar cerca de 50% menos cabos, reduzindo o consumo de materiais.O projeto também conta com barreiras acústicas anti-ruídos, sistema de contenção de fluidos dos equipamentos e uma arquitetura digital de comunicação, condições que reduzem a quantidade de painéis e equipamentos físicos necessários para operação, tornando a infraestrutura mais compacta e eficiente. *Sob supervisão de Thiago Félix