Mesmo com o crescimento do crédito privado e a valorização do real, o maior risco para os investidores continua vindo da política monetária americana. Na avaliação de Frank Rybinski, chefe de estratégia macro da Aegon Asset Management, gestora de US$ 340 bilhões, o Federal Reserve (Fed) pode voltar a elevar os juros caso a inflação volte a pressionar a economia, cenário que teria impacto direto sobre o crédito global e os ativos brasileiros.Leia mais em: https://exame.com/exame-in/aegon-alerta-para-risco-subestimado-antes-da-decisao-do-fed-e-ele-passa-pelo-brasil/