O iPhone 17 Pro chegou ao Brasil por R$ 11.499 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog) Resumo O iPhone 18 Pro pode sofrer um aumento de preço de até US$ 300, alcançando US$ 1.399 nos Estados Unidos, devido ao aumento nos custos de produção.O aumento nos custos de componentes, incluindo o processador A20 Pro, memória RAM LPDDR5X e armazenamento interno NAND, pode elevar o preço do iPhone 18 Pro e do Pro Max.No Brasil, o aumento pode ser de cerca de R$ 3.000, fazendo com que o iPhone 18 Pro atinja o preço de R$ 14.499 e o iPhone 18 Pro Max chegue a R$ 15.499.A Apple pode adotar um reajuste histórico este ano. O iPhone 18 Pro, com lançamento previsto para setembro de 2026, deverá sofrer um aumento de até US$ 300 (cerca de R$ 1.521 na cotação atual), elevando o preço inicial do dispositivo para US$ 1.399 nos Estados Unidos (ou R$ 7.093). O motivo principal seria a alta nos custos de produção.Os sinais de que a nova geração ficaria mais cara começaram a surgir no mês passado. A própria Apple emitiu alertas sobre o encarecimento na fabricação dos produtos.Agora, novas fontes sustentam essa tese. Dados recentes do analista Jeff Pu, obtidos pelo site 9to5Mac, indicam que o salto nos valores afetará também o Pro Max: o modelo com tela maior poderá alcançar a marca de US$ 1.499 (cerca de R$ 7.600) na configuração mais básica de armazenamento.Por que o iPhone 18 Pro vai custar mais caro?Sucessor do iPhone 17 Pro deve repassar alta de custos ao consumidor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)O salto no preço de prateleira estaria atrelado aos custos mais elevados de componentes, incluindo o inédito processador A20 Pro, a memória RAM no padrão LPDDR5X e o armazenamento interno do tipo NAND. Os preços dessas tecnologias subiram muito no mercado de semicondutores.Só a aquisição da memória e do armazenamento representará um custo aproximadamente três vezes maior neste ciclo, em comparação com os valores do ano passado. A conta de fabricação também engloba atualizações no campo da fotografia: o novo sistema de câmeras elevaria as despesas dentro da fábrica, antes mesmo de o produto ser embalado.O que esperar dos preços no Brasil? Se o aumento de US$ 300 assusta o consumidor americano, o impacto no mercado brasileiro promete ser bem maior. Para fins de comparação, basta olhar para os valores praticados na geração atual: o iPhone 17 Pro desembarcou com preço oficial de R$ 11.499 em sua versão base. Já o iPhone 17 Pro Max chegou às lojas custando a partir de R$ 12.499.Caso o repasse de US$ 300 se confirme p, e aplicando a taxa de conversão utilizada pela fabricante no Brasil, é provável que o aumento seja na casa dos R$ 3.000. Ou seja, o iPhone 18 Pro poderia encostar na marca de R$ 14.499, enquanto o iPhone 18 Pro Max deve ficar na casa dos R$ 15.499. Seria, portanto, a geração na mais cara já comercializada no país.Apple não deve absorver os custosA indústria de smartphones opera hoje em um contexto sem precedentes em relação ao preço dos componentes. Diante desse encarecimento, a Apple teria a opção de reduzir as próprias margens de lucro para manter os preços estabilizados para o público. Contudo, especialistas classificam essa chance como quase nula.Os aumentos recentes em outros produtos da Apple deixam claro que a estratégia é transferir o peso da inflação para os clientes.iPhone pode sofrer histórico aumento de preço