O que se sabe sobre falsificação da assinatura de Ana Hickmann em dívida

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A Justiça de São Paulo reconheceu a falsificação da assinatura de Ana Hickmann em um contrato de R$ 1,05 milhão com o Banco do Brasil. A decisão, proferida pela juíza Camila Sani Quinzani Malmegrin, baseou-se em um laudo pericial que confirmou a manipulação do documento, resultando na extinção da execução da dívida contra a apresentadora como pessoa física.Caso Ana Hickmann: entenda decisão que reconheceu fraude em contratoA conclusão judicial foi fundamentada em uma perícia grafotécnica, exame técnico que analisa características da escrita para verificar a autenticidade. O laudo apontou divergências estruturais e biogenéticas nas rubricas atribuídas à apresentadora.“Peço desculpas a minha família”, diz marido de Ana Hickmann | AGORA CNNSegundo o perito, os traços analisados indicam um grafismo laborioso e lento, típico de processos de imitação, o que impossibilita que tenham partido do punho de Ana Hickmann.Ana Hickmann: veja como é feita a perícia que identificou assinatura falsaEntre os elementos técnicos identificados estão a anomalia na pressão e entintamento, além da omissão de micro-hábitos gráficos da titular. Leia Mais Entenda decisão que envolve Déborah Evelyn e testamento de Dennis Carvalho Testamento de Dennis Carvalho: especialista explica como fazer documento Justiça manda Prefeitura de SP credenciar Uber para mototáxi em 48 horas Responsabilidade da Hickmann Serviços LtdaApesar da vitória individual da apresentadora, a sentença manteve a cobrança contra a empresa Hickmann Serviços Ltda. O tribunal entendeu que o título permanece válido para a pessoa jurídica, pois foi assinado por Alexandre Correa, ex-marido de Ana Hickmann.Na época da assinatura, Correa possuía poderes legais para representar a sociedade isoladamente, conforme previa o contrato social da empresa. A defesa da apresentadora alega que as fraudes foram realizadas por Correa, que era o administrador dos negócios do grupo na ocasião.Próximos passos do processoCom a decisão, o processo segue para a cobrança exclusiva da empresa e de outros eventuais avalistas. O Banco do Brasil informou que se manifestará apenas nos autos do processo. O espaço permanece aberto para manifestação de Alexandre Correa.