Suspeito de ter sido contratado por mulher para matar marido é preso

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Welton Ramos Batista, suspeito de ser o homem que matou a tiros Alexandre Batista de Souza, de 48 anos, na noite dessa segunda-feira (27/7), em Taboão da Serra, região metropolitana de São Paulo, foi preso nesta quarta-feira (29/7) pela Polícia Civil. Segundo a investigação, o crime foi encomendado pela esposa da vítima, Roselane Gomes da Silva, de 33 , após a mulher descobrir uma suposta traição. Ela também está presa. Veja imagens da prisão:Alexandre Batista foi morto a tiros. Uma câmera filmou os últimos momentos da vítima. Nas imagens (veja abaixo), é possível ver o caminhão conduzido pela vítima sendo seguido por um carro, de cor vermelha. Logo depois, o homem estaciona o caminhão, liga o pisca-alerta e, em seguida, é atingido por diversos disparos.Após ser baleado, a vítima grita e diz: “Me matou, Rose”, enquanto a mulher suspeita de encomendar o crime grita: “Atiraram no Alexandre“.Segundo a Polícia Civil, Welton Batista foi identificado como sendo o pistoleiro responsável pela execução. Imagens cedidas ao Metrópoles mostram o momento que policiais conduzem o homem.InvestigaçãoInicialmente, a morte foi tratada como latrocínio (roubo seguido de morte). Posteriormente, porém, policiais do 1° Distrito Policial (DP) de Taboão da Serra identificaram o carro utilizado pelo atirador e conseguiram localizar o dono do veículo. Leia também São PauloBaleado, marido pediu socorro à esposa, suspeita de encomendar sua morte São PauloMulher suspeita de encomendar a morte do marido após traição é presa São PauloTRE-SP multa Lula por propaganda antecipada e manda tirar vídeo do ar São PauloMotorista expulsa passageiros de carro após fala racista sobre música O homem revelou que foi contratado por R$ 500 para levar o atirador ao local do crime. Além disso, o homem também levou os policiais ao possível endereço do assassino, mas ele não foi encontrado na ocasião.A esposa da vítima e um homem, que transportou o atirador para o local do crime, já tinham sido presos. A Justiça decretou a prisão preventiva dos suspeitos.