Um homem suspeito de cometer furtos a residências em condomínios de alto padrão dos lagos Sul e Norte foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), nesta quinta-feira (30/7). O homem, de 39 anos, integrava um grupo criminoso que lucrou R$ 400 mil em dinheiro e joias com os crimes.O vídeo abaixo mostra o grupo usando um carro com placa clonada para roubar as casas: A prisão ocorreu após a Seção de Investigação de Crimes Violentos (Sicvio), da 23ª Delegacia de Polícia (P Sul, Ceilândia), identificar o paradeiro do investigado. Com o avanço das apurações, o indivíduo, que atualmente trabalhava como mecânico, foi flagrado no local de serviço. A região administrativa em questão não foi mencionada pela PCDF.O homem tentou fugir ao perceber a abordagem policial, mas foi perseguido e contido pelos agentes.O suspeito tinha dois mandados de prisão preventiva e um de prisão temporária em aberto. De acordo com a PCDF, o homem possui um extenso histórico criminal, com passagens que incluem a prática do crime de homicídio. Leia também Na MiraPCDF procura por homem que matou rival após briga por copo de suco Distrito FederalAntes de farmácias, “bela dos furtos” mirava lojas de shopping de luxo Distrito FederalExplosão de gás provoca incêndio em prédio e 2 pessoas ficam feridas Distrito FederalMenino cadeirante cai de escada rolante no Metrô-DF e vai parar na UTI Entenda o crimeEm fevereiro deste ano, a PCDF deflagrou a Operação Rastro Oculto;A ação policial mirou um grupo suspeito de furtar casas em condomínios de alto padrão do DF usando placas clonadas e materiais para evitar impressões digitais;O trio tinha funções bem definidas e agia principalmente nos lagos Norte e Sul, observando a rotina das vítimas e aproveitando a ausência dos moradores para invadir os imóveis;Dois homens eram responsáveis por entrar nas residências, enquanto a terceira integrante, uma mulher, aguardava no carro, acompanhando a movimentação da rua; Entre os itens levados estavam joias, dinheiro em espécie e aparelhos eletrônicos. Em um dos casos investigados, o prejuízo ultrapassou R$ 400 mil.