Silvia Abravanel, ex-apresentadora do SBT e uma das filhas de Silvio Santos, foi anunciada como candidata a deputada federal pelo PSD durante a Convenção Nacional da sigla. O evento ocorreu no último domingo (26/7) em São Paulo.Outros nomes da sigla também marcaram presença no encontro, incluindo o candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado. Anteriormente, a filha de Silvio Santos deixou claro o apoio ao ex-governador de Goiás.8 imagensFechar modal.1 de 8Silvia Abravanel anunciada como candidata a deputada federal pelo PSDDivulgação2 de 8Ela declarou apoio a Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiásreprodução/ instagram3 de 8Silvia Abravanel no último Bom Dia & CiaSBT/Reprodução4 de 8Silvia Abravanel é a filha número dois de Silvio SantosInstagram/Reprodução5 de 8Ela é irmã de Cintia Abravanel, Daniela Beyruti, Patrícia Abravanel, Rebeca Abravanel e Renata AbravanelInstagram/Reprodução6 de 8Silvia Abravanel posa sorridente para as redes sociais7 de 8Silvia Abravanel e o pai, Silvio SantosReprodução8 de 8Silvia AbravanelReprodução Leia também TelevisãoSilvia Abravanel declara apoio, mas recusa ser vice de Caiado Fábia OliveiraApós 5 meses, Silvia Abravanel acha cobra perdida no ralo de casa Fábia OliveiraSilvia Abravanel detalha reação da família após comunicar saída do SBT Paulo CappelliSilvia Abravanel elogia governo Lula: “Faz pela população” Silvia se despediu do Sábado Animado, programa que apresentava no SBT, em 27 de junho, para investir na campanha política. Na ocasião, ela disse: “Eu espero rever todos [vocês] nesse Estado de São Paulo maravilhoso. Por onde eu passar, faço questão de olhar nos olhos de cada um de vocês e poder realmente acolher a quem precisa. […] Eu tenho certeza de que, se Deus me deu essa missão, é porque eu vou conseguir cumprir muito bem”.A candidata é a filha “número dois” de Silvio Santos, que morreu em agosto de 2024, aos 93 anos. Ela é irmã de Cintia Abravanel, Daniela Beyruti, Patrícia Abravanel, Rebeca Abravanel e Renata Abravanel.Os motivos de Silvia Abravanel para a políticaEm março, a comunicadora relacionou a luta por direitos de pessoas com deficiência (PCDs) e por melhores condições de vida para pacientes com obesidade entre as razões que a levaram a entrar para a política.“Eu tenho causas a defender, que eu já vivi, de experiências próprias, que são os PCDs. Eu sou mãe de PCD, de uma, eu posso dizer, ‘adulta-criança’. Então eu acho que eu tenho muito a acrescentar na vida dessas pessoas com as minhas experiências, do que eles precisam”, disse ela ao colunista Paulo Capelli, do Metrópoles.“Então eu acho que eu tenho muito a dar para as mães de PCDs, para os pacientes PCDs. E também a causa da obesidade. Eu sou presidente da Associação Brasileira de Combate à Obesidade e eu tenho muito a contribuir. Sou mais gordinha, pesava 85 quilos, então eu sei como funciona esse processo de emagrecimento. As abordagens que as pessoas fazem com uma pessoa gordinha, do menosprezo que as pessoas fazem”, completou.