À CNN, Renan Santos estabelece meta de reduzir homicídios a 10 mil

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O candidato do partido Missão à Presidência da República, Renan Santos, disse nesta sexta-feira (31) à CNN Brasil que uma das metas de seu eventual governo será reduzir a taxa nacional de homicídios para 10.000 ao ano.Segundo Renan, o número representaria uma meta “confortável”, tendo em vista o objetivo de reduzir para 5.000 homicídios anuais: “Seria um número que o Brasil não atinge há décadas. Uma vitória objetiva se alcançarmos.” Leia Mais Real Time Big Data: Lula tem 58% no 1º turno em PE; Flávio, 22% Lula diz que não vai participar de debates se for "para ouvir bobagem" Flávio é muito pior que Bolsonaro e Michelle não tem militância, diz Renan De acordo com o Atlas da Violência, o Brasil registrou 40.775 mortes violentas intencionais em 2025. O dado equivale a quase 20 assassinatos a cada 100 mil habitantes.Questionado sobre o que faria num cenário de falha no cumprimento das metas em eventual governo, Renan disse que não teria problema em reconhecer possíveis erros e descartaria uma candidatura à reeleição.“Se eu não atingir a meta, prefiro ser julgado pelos meus pares como alguém que falhou. Vamos fazer uma correção de rota e, ao ver que não sou um líder bom o suficiente, não concorro mais à Presidência. Essa é a vergonha na cara que tem que ter”, declarou.Renan também fez um paralelo quando perguntado sobre sua relação com o presidente de El Salvador, Nayib Bukele — de quem ele diz admirar as políticas de segurança pública.“No aspecto da reeleição infinita, Bukele não é uma referência a ser seguida. Não acho que é uma ditadura, mas é uma questão de saber se ele vai resistir à essa tentação. Espero que resista, mas se não, não será exemplo”, disse Renan.Em junho de 2025, a Assembléia Legislativa de El Salvador aprovou um projeto de lei que prevê a possibilidade de reeleição presidencial por tempo indeterminado. Com as novas diretrizes, Bukele possui caminho aberto para continuar no poder indefinidamente.Eleições 2026: Renan Santos rejeita alianças e mira palanques em todos os estados | CNN PRIME TIME*Sob supervisão de Lucas Schroeder