A banda prog de menor sucesso que Bruce Dickinson adora

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Que alguns músicos do Iron Maiden são grandes apreciadores de rock progressivo, não é segredo nenhum. Um deles é o vocalista Bruce Dickinson, que se diz fã de uma banda prog não tão famosa, mas que, segundo ele, definitivamente merece mais atenção.Em entrevista para a Classic Rock, em 2024, Bruce revelou que ouvia muito Van der Graaf Generator e destacou a excentricidade do som do grupo, que contava até mesmo com um saxofonista na formação. Dickinson afirmou:“’Deixe-me colocar esse disco e limpar o quarto! Ou toca-lo para uma namorada em potencial e então ficar me perguntando por que ela se jogou da janela. Mas eu estava ouvindo muito ‘H To He, Who Am the Only One’ (1970) e ‘Pawn Hearts’ (1971), junto com Purple e Sabbath.”Bruce ainda revelou que dois dos membros do Van der Graf Generator eram alunos mais velhos de uma escola na qual estudou e reconheceu a influência da banda em algumas coisas do Iron Maiden. Assim como Steve Harris, Dickinson também gosta do Jethro Tull e em 2021, declarou à revista alemã Rocks:“Gosto muito do início do Hawkwind. E de The Crazy World of Arthur Brown. Qualquer coisa deles, mesmo. Em contraste com Steve, não estou interessado nos aspectos técnicos virtuosos do rock progressivo. O Yes sempre enfatizou isso demais para mim. Sempre achei o Van der Graaf Generator ótimo, eles significaram muito mais para mim do que o Genesis.”Sobre Van der Graaf GeneratorFundado em 1967, em Manchester, o Van der Graaf Generator surgiu da parceria entre o vocalista e compositor Peter Hammill e Chris Judge Smith, inicialmente colegas na Universidade de Manchester. Após uma fase instável, marcada por mudanças de formação, dificuldades financeiras e até uma breve separação, o grupo encontrou seu caminho ao assinar com a Charisma Records, tornando-se o primeiro artista do selo. A consolidação veio no início da década de 1970, quando Hammill, Hugh Banton, Guy Evans e David Jackson definiram a formação clássica da banda.Embora jamais tenha alcançado grande sucesso comercial no Reino Unido, o Van der Graaf Generator conquistou enorme prestígio na Itália, especialmente com o álbum “Pawn Hearts” (1971), que se transformou em um fenômeno local. Sua música destacou-se dentro do rock progressivo por privilegiar atmosferas sombrias, letras existencialistas e uma instrumentação pouco convencional, baseada no órgão de Banton e nos múltiplos saxofones de Jackson, em vez de longos solos de guitarra.Após encerrar as atividades em 1972, o grupo retornou em 1975, voltou a se separar em 1978 e promoveu uma nova reunião em 2005. A partir de então, seguiu em atividade como um trio formado por Peter Hammill, Hugh Banton e Guy Evans.Quer receber novidades sobre música direto em seu WhatsApp? Clique aqui!Clique para seguir IgorMiranda.com.br no: Instagram | Bluesky | Twitter | TikTok | Facebook | YouTube | Threads.O post A banda prog de menor sucesso que Bruce Dickinson adora apareceu primeiro em Igor Miranda.