Após o ministro do STF André Mendonça autorizar a abertura de um inquérito contra Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, o candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, provocou o petista pela situação.Para a coluna, Renan comparou a situação de Lula, agora com o filho investigado pela Polícia Federal por suspeitas de tráfico de influência e corrupção, à de Flávio Bolsonaro (PL), investigado por sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro.3 imagensFechar modal.1 de 3O presidenciável do Missão, Renan SantosDivugação2 de 3Fábio Luís Lula da Silva, o LulinhaReprodução3 de 3O presidente LulaRicardo Stuckert“Isso tem grandes implicações. A campanha do Lula está jogada, está dragada no meio do segundo maior escândalo de corrupção da nossa história, lembrando que eles também estão envolvidos no maior. Flávio vai ter que falar sobre o Master, Lula vai ter que falar sobre o Lulinha, e todos eles vão ter que falar sobre corrupção”, afirmou. Leia também Igor GadelhaAdvogado de Lulinha critica novo inquérito: “Pesca probatória” Igor GadelhaPatrimônio de ACM Neto e ex-ministro de Bolsonaro dobra em quatro anos Igor GadelhaLula bate o martelo em proposta para educação no plano de governo Igor GadelhaValdemar diz que negociação com Republicanos por vice não avançou O presidenciável do Missão também provocou Lula e Flávio, que sinalizam a possibilidade de faltar aos debates do primeiro turno das eleições, afirmando que o motivo para as ausências seriam casos como o Banco Master e a Farra do INSS.“Não à toa, Lula e Flávio tentam fugir dos debates, porque vai ser muito fácil apontar que ambos fazem parte dos mesmos esquemas, são corruptos e não servem ao Brasil”, disse o candidato do Missão.