A taxa de desemprego no Brasil recuou na passagem de maio para junho de 5,6% para 5,4%. Com esse resultado, há 103 milhões de pessoas empregas e 5,9 de desempregados no país.Apesar do desemprego se encontrar em patamar historicamente baixo, chama atenção a o número de pessoas fora da força de trabalho. No Brasil, há 66 milhões de indivíduos com idade para trabalhar e que optaram por não trabalhar. Por razões metodológicas, não são consideradas desempregadasIndependentemente da metodologia, o fato é que existem no Brasil quase 1/3 da população poderia trabalhar e está fora do mercado por opção. Esse contingente é um verdadeiro desperdício de mão de obra para um país que precisa crescer e produzir para tirar milhares de pessoas da pobreza.Além disso, com o envelhecimento da população, é vital que o país tenha mais gente na base produzindo para sustentar o sistema previdenciário. Essa obviedade entrar no debate público, mas em vez disso, a classe política prefere discutir o populismo do fim da escala 6 por 1, como se o Brasil fosse a Suécia. O problema é que não somos um país escandinavo.