O Ministério Público de São Paulo (MPSP) monitora as ações do governo paulista após o vendaval que causaou destruição e mortes no estado. Três pessoas morreram na última quarta-feira (29/7).A agenda faz parte do acompanhamento realizado pelo MP em localidades impactadas pelos eventos climáticos extremos, em articulação com os órgãos públicos responsáveis pela resposta e pela assistência à população, buscando assegurar a efetividade das medidas emergenciais e a proteção dos direitos dos cidadãos. Leia também São PauloSobe para 3 o número de mortos por ventania que causou estragos em SP São PauloVendaval em Ribeirão Preto suspende aulas e fecha unidades de saúde São PauloGabinete de crise é enviado ao litoral de SP após ventos de 100 km/h São PauloÁrvore derrubada por vento de 100 km/h mata homem em Santos A promotora de Justiça Claudia Habib, que integra o Núcleo Pardo do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA), visitou cidades atingidas pelos fortes vendavais registrados nos últimos dias.8 imagensFechar modal.1 de 8Divulgação / Prefeitura de São Sebastião2 de 8Divulgação / Prefeitura de São Sebastião3 de 8Divulgação / Prefeitura de São Sebastião4 de 8Divulgação / Prefeitura de São Sebastião5 de 8Ventania com rajadas de 111 km/h atingiu litoral de São Paulo, deixou 3 mortos, derrubou árvores, causou destelhamentos e gabinete de criseReprodução / Redes sociais6 de 8Ventania que atingiu RJ deixou rastro de destruiçãoReprodução/ Redes sociais7 de 8Com um morto e diversos estragos provocados pelos ventos no litoral paulista, governo deslocou um gabinete de crise para acompanharDivulgação / Defesa Civil8 de 8Divulgação/ Defesa CivilEm Dumont, a promotora se reuniu com o prefeito, Rogerson Aparecido Burjalon Ruiz (PP), e um representante da Defesa Civil para acompanhar as medidas adotadas após o desastre.Durante o encontro, foram discutidas as ações de recuperação das áreas afetadas, a situação das pessoas desalojadas e a reativação dos serviços essenciais, com o objetivo de restabelecer a normalidade o mais rapidamente possível.A Promotoria também acompanha, no âmbito do Gabinete de Crise em Modalidade Remota, ativado pela Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDEC) em 24 de julho, os efeitos das rajadas de vento de até 120 km/h com chuva moderada na região de Ribeirão Preto, com consequente queda de árvores, descontinuidade no fornecimento de energia elétrica e destelhamentos. Uma pessoa morreu.Mortes no estadoTrês pessoas morreram em razão da forte ventania que atingiu o estado de São Paulo na quarta-feira (29/7). As vítimas são de Santos, no litoral sul, São Sebastião, no litoral norte, e Cesário Lange, no interior do estado, segundo a Defesa Civil. As rajadas de vento chegaram a 83,7 km/h em Santos, 75,3 km/h na capital paulista, e 65,5 km/h em Cesário Lange.Em Santos, um homem em situação de rua morreu após ser atingido pela queda de uma árvore. Em Cesário Lange, outra queda de árvore também matou uma pessoa durante a ventania.Já em São Sebastião, no litoral norte paulista, a Defesa Civil confirmou uma morte. A ocorrência mais grave registrada no município foi o naufrágio de uma embarcação de pesca na altura do bairro Cigarras, onde cinco tripulantes foram resgatados. Um homem de 50 anos chegou a ser socorrido pelo Samu, mas não resistiu e morreu durante o atendimento. Além do acidente no mar, o vendaval provocou quedas de árvores, postes, danos em estruturas e interrupções no fornecimento de energia em diferentes bairros da cidade. Recomendações da Defesa CivilEvite permanecer perto de árvores, postes, estruturas metálicas e placas durante a ventania.Não fique em áreas abertas enquanto houver chuva e rajadas de vento.Recolha ou prenda objetos em quintais, varandas e áreas externas para evitar que sejam levados pelo vento.Motoristas devem redobrar a atenção nas rodovias, devido ao risco de queda de árvores, objetos na pista e redução da visibilidade.Acompanhe os alertas da Defesa Civil, que segue monitorando a evolução da frente fria.Em caso de emergência, acione a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193).